A Hora do Chá: ‘Mais Lindo que a Lua – Julia Quinn’

Oieee pessoas! Como vocês estão hoje? Preparadxs para o nosso chá semanal? Hoje é a minha estreia nessa coluna que eu tanto amo aqui no Blog e trago o primeiro livro da duologia Irmãs Lyndon da rainha Julia Quinn, o livro Mais Lindo Que a Lua, lançado aqui no Brasil pela Editora Arqueiro, em Janeiro/2018. Eu sou muito apaixonada por livros de época e a Julia é uma das minhas autoras preferidas nesse gênero. Mas antes de qualquer coisa, confira a sinopse:

“Mais lindo que a lua , primeiro livro da série Irmãs Lyndon, é uma história irresistível sobre reencontros e desafios, romantismo e perseverança.
Foi amor à primeira vista. Mas Victoria Lyndon era a filha do vigário, e Robert Kemble, o elegante conde de Macclesfield. Foi o que bastou para os pais dos dois serem contra a união. Assim, quando o plano de fuga dos jovens deu errado, todos acreditaram que foi melhor assim.Sete anos depois, quando Robert encontra Victoria por acaso, não consegue acreditar no que acontece: a garota que um dia destruiu seus sonhos ainda o deixa sem fôlego. E Victoria também logo vê que continua impossível resistir aos encantos dele. Mas como ela poderia dar uma segunda chance ao homem que lhe prometeu casamento e depois despedaçou suas esperanças? Então, quando Robert lhe oferece um emprego um tanto incomum – ser sua amante –, Victoria não aceita, incapaz de sacrificar a dignidade, mesmo por ele. Mas Robert promete que Victoria será dele, não importa o que tenha que fazer. Depois de tantas mágoas, será que esses dois corações maltratados algum dia serão capazes de perdoar e permitir que o amor cure suas feridas?”

Bom, o livro já começa com uma carta da autora para nós, leitorxs, e já nos prepara para o tema da história que se iniciará: amor à primeira vista. Nessa carta, a Julia diz que não acredita nisso, que até pode existir um amor ao primeiro encontro, mas à primeira vista não. Mas mesmo desacreditando, ela decidiu escrever sobre isso como uma espécie de desafio e que foi uma experiência maravilhosa pra ela. Confesso que eu também sou muito cética quanto a essa questão de amor à primeira vista (a não ser que seja a primeira vista do Chris Hemsworth rs), então o começo do livro foi meio arrastado pra mim.

“– As estrelas não são as coisas mais incríveis que você já viu?”

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A história começa exatamente como prometido, Robert Phillip Arthur Kemble, conde de Macclesfield, encontra pela primeira vez com Victoria Mary Lyndon, filha do vigário, de uma forma bastante cômica e ambos se apaixonam. Durante os dois meses que se seguiram, no estilo romance bem mamão com açúcar, eles se encontravam à noite para admirar as estrelas e a lua ou iam conhecendo as paisagens do lugar onde moravam e a cada dia eles foram conhecendo um ao outro um pouco mais e, consequentemente, o amor foi crescendo.

“– Torie. Torie. Não sei como dizer isso, e certamente não entendo, mas acho que a amo.”

Com todo esse amor tão claro pra eles, Robert e Victoria comentam com seus respectivos pais sobre a intenção de se casarem e as reações a essa notícia não são nada positivas. O pai do Robert, diz que Victoria só quer saber da fortuna deles, que ela é interesseira e que Robert é um tolo por achar que ela quer se casar com ele por algo além de dinheiro. Ele diz pro Robert fazer um teste, dizer pra ela que o pai disse que ia deserdá-lo se ele se casasse mesmo com ela, pra ver se ela ainda ia querer se casar com ele. Já o pai da Victoria, diz que Robert só a está enganando, prometendo casamento para que ela baixe a guarda e vá pra cama com ele, e que isso é tudo que ele quer com ela, que ele nunca iria se casar com uma simples filha de um vigário.

Ao se encontrarem novamente, eles contam um ao outro as reações dos seus pais, mas Robert faz o que seu pai aconselhou e diz pra Victoria que o pai ameaçou deserdá-lo se ele se casasse com ela. Victoria diz que isso não é certo, que Robert não pode deixar de falar com o pai, não apenas pela fortuna, mas porque é pai dele e ela não queria ser responsável pela briga entre pai e filho. Robert fica com uma pulga atrás da orelha, mas ainda assim, dá a ideia de eles fugirem para se casar e eles começam o planejamento da fuga.

Quando chega a noite da fuga, o pai de Victoria a pega em flagrante e para evitar a fuga, a amarra na cama. Robert fica esperando por um tempo, mas quando percebe que Victoria não vem mesmo, acaba indo até a casa dela e quando chega na janela do quarto, a vê deitada na cama e acha que ela desistiu de casar com ele por causa do que ele disse pra ela sobre a perda da sua fortuna. Muito magoado e com raiva, ele vai embora pra Londres na mesma noite. No dia seguinte, quando Victoria tem a primeira oportunidade de fugir, ela vai pra casa do Robert, mas quando chega lá, ele já se foi, e o pai dele, diz que tudo que ele queria era levar ela pra cama e que nunca se casaria com alguém como ela. Muito triste, Victoria vai embora e quando chega em casa, arruma suas coisas e vai embora da cidade.

Sete anos depois, Victoria está trabalhando como preceptora de um garoto muito mimado, quando seus patrões fazem uma recepção em casa e um dos convidados é, adivinhem… Sim, o próprio dito cujo, Robert Kemble, mas ele não é mais o mesmo Robert que ela conheceu no passado. Agora ele é mais cruel e a trata muito mal, mas ainda dá pra perceber o quanto ele ainda nutre sentimentos fortes por ela, sendo um dos mais presentes a mágoa por tudo que ele acha que ela fez.

Já Victoria, ainda muito magoada por tudo que o pai do Robert disse pra ela, também não tem mais coragem de abrir seu coração pra Robert novamente, mesmo com todas as investidas dele. Robert, com um plano de vingança infantil, acaba fazendo com que ela seja demitida e isso a leva pra Londres para um emprego de costureira que, finalmente, a faz se sentir bem e feliz consigo mesma, como não se sentia há muitos anos. Mas parece que ele tá pouco se importando com tudo isso que está acontecendo com ela, mimado demais pra entender e respeitar outras pessoas além de si mesmo, Robert parece que não vai descansar enquanto não tiver seus caprichos atendidos.

“– Você precisa de mim. Precisa. Precisa de mim de todas as maneiras que uma mulher precisa de um homem.”

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Bom, vou parar por aqui para que eu não acabe dando algum spoiler. Eu realmente não sei bem o que dizer sobre esse livro, ele me deixou com um sentimento estranho e não de um jeito agradável. Pesquisando um pouco sobre o livro pra tentar entender esse sentimento, vi que esse foi um dos primeiros romances da Julia Quinn e posso dizer que dá pra perceber isso. A escrita dela nesse livro não é envolvente. Pra mim, serviria como um livro pra ler por passatempo, ou nem isso… Em vários momentos durante o livro, percebi uma escrita um tanto quanto imatura e com uns posicionamentos que me deixaram bem decepcionada. Vou explicar o porquê:

O Robert e a Victoria do começo são ingênuos demais, com um romance mamão com tanto açúcar que fiquei preocupada com a minha diabetes. Robert se mostra muito imaturo e influenciável pelo pai, o que é até normal pra esse tipo de livro, mas que, por algum motivo, me incomodou mais do que normalmente faz. Quando eles se reencontram, temos uma Victoria mais senhora de si, mais independente e muito mais madura. Tudo que ela quer é ser feliz, fazendo o que gosta, sem depender de ninguém, sendo capaz de tomar suas próprias decisões já que toda a sua vida foi regida por um pai rígido e abusivo. Quando ela finalmente consegue isso, depois de Robert conseguir fazer com que ela seja demitida do emprego de preceptora, e se sente feliz pela primeira vez em anos, Robert aparece novamente e não sossega enquanto não tira tudo isso dela.

Preciso dizer que o Robert que aparece depois dos sete anos me enoja. Ele é cruel e mimado, e não aceita não como resposta. Tudo que a Victoria pede é que ele respeite o direito dela de decidir sobre a sua vida, que respeito o seu direito de ir e vir e que respeite o momento dela, mas ele e todo o seu ego não deixam e isso me deixou com muita raiva dele e da Julia. Pra mim, não foi uma história de amor à primeira vista, não foi nem uma história de amor. Robert, pra mim, é um homem abusivo, que não aceita não como resposta, que não sabe respeitar o direito de uma mulher de ser independente. Por mais que, naquela época, isso era mais difícil de acontecer, eu acredito que quando se ama de verdade, não importam os padrões da sociedade em que se vive, você, acima de tudo, respeita a pessoa que se ama e, infelizmente, Robert não faz isso.

“No fundo de seu coração, Victoria sabia que Robert tinha o poder de fazê- la feliz além de seus maiores sonhos. Mas também tinha o poder de destruir seu coração”

Agora falando um pouco mais da Victoria, posso dizer que ela é uma personagem forte, responsável e leal consigo mesma. Apesar de todas as tentativas do Robert de tomar conta da vida dela, ela se mantém firme no seu propósito de ser independente e ter as rédeas da sua vida em suas próprias mãos (pelo menos, enquanto ele deixa que isso aconteça). Em certo momento do livro, Robert a sequestra. Isso mesmo: SEQUESTRA. Usa da pouca confiança dela, que ele conseguiu a muito custo, e a sequestra enquanto ela dorme na carruagem dele, ao aceitar uma carona dele do trabalho pra casa dela.

Ele a leva pra uma das casas dele no litoral e fica com ela lá, por vários dias, fazendo-a largar o trabalho, a casa e toda a sua vida sem nenhum aviso prévio. Pra piorar um pouco mais, já pro fim do livro, Robert diz uma frase que pra mim, foi a gota d’água. Ele diz que se não a amasse tanto quanto ama, não teria se dado ao trabalho de sequestrá-la e a Victoria se sente comovida por isso. Foi muito triste ler algo assim num livro da Julia que sempre traz casais tão independentes e à frente de seu tempo.

 “Eu me senti desamparada por sete anos. Agora estou no controle. Por favor, não tire isso de mim”

Outra coisa que gostaria de pontuar aqui, é que em vários momentos, a Julia abordou o tema das moças pobres que não tinham proteção de famílias poderosas, o quanto elas sofriam e eram abusadas e esse sempre será um assunto triste, mas importante de ser citado, porque ainda é um tema atual. Uma das partes que mais gostei do livro, foi quando Robert vai lá atazanar a vida dela mais uma vez, no novo trabalho dela como costureira em Londres, e todas as mulheres que estão lá a protegem e a defendem dele, sem se importarem com títulos e isso dá muita força a Victoria naquele momento do livro.

A história é contada em terceira pessoa, o que é normal em livros de época e isso não é algo que prejudica a leitura, pra mim. Quanto à diagramação, a Editora Arqueiro, mais uma vez, teve o seu trabalho impecável, com uma diagramação simples e confortável, em conjunto com uma capa linda e bem envernizada, que foi um dos motivos que me fez decidir ler esse livro. Sim, eu julguei o livro pela capa rs.

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E, assim, termino essa resenha que me foi muito difícil de escrever e deixo minhas 2 Angélicas, todas dedicadas à Victoria e toda a sua força e sede de independência, mesmo ela tendo que abrir mão de tudo que queria por causa de um “amor”, e vou para o próximo livro da duologia, Mais Forte Que o Sol, torcendo muito para que seja uma leitura mais feliz. Vejo vocês no chá da semana que vem. CLASSIFICAÇÃO 2 ANGÉLICAS

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18 comentários em “A Hora do Chá: ‘Mais Lindo que a Lua – Julia Quinn’

  1. Oi, tudo bem com você? Eu sou uma grande fã dos livros da Julia Quinn e admito que estava doida pra ler “Mais Lindo que a Lua” (na verdade eu tenho vontade de ler todos os livros dela, mas não tenho dinheiro suficiente pra comprar todos. Cada dia que passa um novo livro da autora chega aqui no Brasil). Fiquei surpresa com a sua resenha e admito que fiquei um pouco desapontada com o livro, de forma que estou reconsiderando a minha decisão de ler ele.
    Bjs e sucesso com o blog!
    http://escritorawhovian.blogspot.com/

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    1. Oi Bruna, eu também sou apaixonada pelos livros da Julia e não tô dando conta de ler todos que são lançados aqui no Brasil. Confesso que estou com a leitura atrasada dos livros dela, mas pretendo colocar em dia logo rs
      Eu também fiquei bem surpresa ao ler esse livro. Foi uma decepção, mas a Julia ainda é maravilhosa rs. Não desista dela!!!
      Bjo

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  2. Preciso confessar que tenho muita vontade de ler os livros da Julia, mas me falta, literalmente, vergonha na cara. porque tenho tantas amigas que odeiam os livros dela que eu acabo sendo influenciada de uma forma ou outra, mas vou procurar ler de coração aberto kkk adorei a resenha!

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  3. Que pena que a leitura não foi positiva Letícia, mas realmente romantizar relacionamentos abusivos é uma bola fora. Gostei da sinceridade da resenha (e aliás muito bem escrita como sempre).

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  4. Comecei achando que se trataria de mais um clichê do tipo Romeu e Julieta ou a pessoa que tem o coração machucado e tem medo de se apaixonar de novo etc. Mas fiquei surpreendido com o andamento do enredo. Tomo a liberdade de discordar do “humor” da leitura. Acredito que quanto mais inquietante, revoltante e inesperado o enredo, mais vale a pena consumí-lo, caso contrário seria como ler resumo de novelas e assistir aos capítulos logo em seguida. Obrigado por compartilhar.

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    1. Sinceramente, prefiro ler resumos de novelas e assistir seus capítulos já sabendo do que vai acontecer, do que ler livros que retratem relacionamentos abusivos mascarados de “amor” 😉

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  5. Oi Letícia, tudo bem?

    Só li os 4 primeiros livros da série mais conhecida da Julia Quinn e gostei bastante. Esse livro não tem sido uma boa leitura para a maioria das pessoas e muitas delas esperavam que o segundo fosse melhor. Parece que o mesmo se repetiu com você, mas mesmo assim quero ler. Gosto quando as autoras abordam este lado triste, me motiva mais. Adorei a resenha!

    beijos!

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    1. Oi Alice! Ai eu adoro todo o trabalho da Julia, mas nesse, infelizmente, ela não foi feliz. Realmente o segundo livro é muuuuuuuito melhor e vale super a pena lê-lo.
      Eu também gosto quando elas abordam esse lado triste, mas prefiro quando têm um posicionamento claro de que não é o certo e que isso não é amor de verdade. O problema é quando abuso é romantizado, aí não é legal mesmo. 😦
      Beijooos

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  6. Olá!

    Confesso que também sou bem cética quanto amor à primeira vista e até mesmo ao primeiro encontro. Na maioria das vezes, o ‘rápido apego’ acaba sendo o meu maior incômodo nos romances que leio (ou assisto).
    Tenho muita vontade de ler algo da Quinn, mas acredito que não será esse, rs.
    Amei a sinceridade da sua resenha. Parabéns!

    Beijos,
    Narah | http://www.lerantesdedormir.com.br

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    1. Ai Narah, me abraça!!! É exatamente como eu me sinto quanto ao “amor à primeira vista”. Até gosto de vê-los representados em filmes quando estou com vontade, mas tem que ser retratado de uma forma mais interessante. A Julia, infelizmente, não conseguiu isso, mas ela ainda é uma das minhas autoras preferidas rs
      Por isso, não desista dela!!! Leia os outros livros que você vai amar. 😉

      Beijos

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  7. Essa resenha é muito interessante,mais a história em si é muito intrigante .Um homem que diz amar mais não respeita a individualidade da sua amada.E ela lutando para reafirmar suas escolhas e ser amada da forma mais verdadeira.Ele um homem possessivo que quer dominar.Realmente deu vontade de ler o livro ,mesmo que intrigante.Parabéns pela resenha.Abraço!

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  8. Oi oi
    Que pena que o livro de hoje teve tantos problemas para você, realmente esse mocinho parece bem ruim. Quando eu tinha entre 14 e 18 li bastante romances entre os históricos e de época e peguei uma sequência de mocinhos que me davam a mesma impressão que esse deu a você, acabei pegando uma certa aversão a romances por causa disso.

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    1. Oi Dani, te entendo completamente!! É horrível quando os mocinhos nos decepcionam….já basta os mocinhos da vida real, né? rsrs
      Mas olha, os romances da Julia não são com mocinhos ruins assim. Esse foi a exceção. Se um dia quiser voltar a ler romances, pode pegar um dela (sem ser esse) que você vai adorar. 😉
      Beijo

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  9. Achei interessante o início metalinguístico do livro (talvez porque tenha me ecoado uma experiência de leitura maravilhosa, que foi o livro “Se um viajante numa noite de inverno”, do Ítalo Calvino), mas durante a leitura da resenha vi que a que sua experiência com esse livro não foi legal… É ruim quando um livro está muito aquém do que gostaríamos de encontrar, quando a leitura frustra nossas expectativas, não é?…
    Beijos

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  10. Gosto de livros que nos levam a pensar o amor de outras formas. Tal como Julia, também não acredito no amor à primeira vista. O amor leva tempo. Tempo para conhecer a pessoa, para aprender a gostar em tudo nela, para aprender a aceitar tudo nela e para saber viver com a presença do outro.
    Intrigante!

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  11. Oi Alice, parabéns pela excelente resenha, eu tenho um amor especial pela Júlia Quinn, mas sinto que nesse livro ela não conseguiu me agradar, mas o segundo livro da série vale muito a pena!

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  12. Olá tudo bem Letícia …
    Ao ler a resenha pelo menos notei- me que a autora aborda um tema do cotidiano envolvendo algumas situações familiares. Por exemplo a influência dos pais em relação as pretensões amorosa e financeira do casal e não se importando com o sentimento dos envolvidos…
    Penso que seria um bom livro para se ler na integra devido a estes quesitos que se espelha na vida real dando nos aquela vontade de le-lo até ao final.

    http://www.robsondemorais.blogspot.com.br

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