Resenha ‘O Jogo – Elle Kennedy’

Oi ooooooi gente! Hoje temos mais uma resenha da série Amores Improváveis / Off Campus. Já falamos sobre O Acordo, O Erro e agora chegou a vez de O Jogo. Vou colocar o link para as  duas primeiras resenhas no texto. Mas antes, vamos a sinopse desse livro.

Talentoso, inteligente e festeiro, Dean Di Laurentis sempre consegue o que quer. Sexo, notas altas, sexo, reconhecimento, sexo… É sem dúvida um galanteador de primeira, e ainda está para encontrar uma mulher imune ao seu charme descontraído e seu jeito alegre de encarar a vida. Isto é, até ele se envolver com Allie Hayes. Em uma única noite, essa jovem atriz cheia de personalidade virou o mundo de Dean de cabeça para baixo. E agora ela quer que eles sejam apenas amigos? Dean adora um desafio, e não vai medir esforços para convencer essa mulher tão linda quanto teimosa de que uma vez não é suficiente. Mas o que começa como um simples jogo de sedução logo se torna a experiência mais incrível e surpreendente de sua vida. Afinal, quem disse que sexo, amizade e amor não podem andar de mãos dadas?

Nós já estamos acostumadas com esses lindos meninos que são jogadores de hóquei. Conhecemos as histórias de Garrett e Hannah – a resenha vocês encontram AQUI – e de Logan e Grace – a resenha vocês encontram AQUI. Agora chegou a ver de Dean.

“Eu faço o que quero, quando quero. E não dou a mínima pro que as outras pessoas pensam de mim.”

Dessa vez é a nossa mocinha que começa narrando o livro e nos deparamos com alguém que já conhecemos: Allie Hayes, melhor amiga de Hannah. E logo entendemos que ela e Sean tiveram um término recente e ele quer voltar. E nós vimos que eles se gostavam muito, mas meses passaram desde que os conhecemos em O Acordo e Sean começou a pressioná-la para não seguir sua carreira de atriz, pela qual tanto batalhou, e vire dona de casa. Em seu primeiro final de semana solteira, Allie está sozinha. Hannah, Garrett, Grace e Logan foram assistir um jogo e Allie teme cair em tentação sobre falar com Sean.

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E é assim que Dean entra na história. Os outros convencem Allie a ir para a casa que os meninos dividem, dando certeza que Tucker a alimentaria e Dean não daria em cima dela. Mas, bem… Dean é Dean e não se fazem promessas no nome dele. Nos deparamos com ele na maior pegação com duas loiras, quando Allie aparece. Ele coloca as meninas para fora, mas começa a dar muito em cima da Allie e assim, já percebemos que esse vai ser o livro mais engraçado! Dean é bem doido e tem cada tirada, que só Jesus.

“Meu rosto? Um tesão. Meu peito? Um tesão. Eu podia virar e mostrar a bunda, mas nós dois sabemos que a resposta vai ser um ‘um tesão’, então vou pular essa parte. O pau? Um te-são. E não estamos nem  falando das qualidades físicas de Dean Di Laurentis.”

Diferente dos outros, onde os casais se envolvem bastante antes de transarem, Allie e Dean transam logo de cara. E é em torno disso que vai girar a história deles. Allie mal tinha terminado um relacionamento e não é uma menina de transas casuais. Já Dean é o mais galinha dos amigos, que não tem inibição nenhuma na hora do sexo – bem, ele gosta de transar na sala, mesmo que na presença dos amigos -, e não repete nenhuma menina.

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Só que Allie vai aparecer para mudar isso. Dean não consegue tirar ela da cabeça, mesmo sabendo que Hannah e os outros meninos podem matar ele se algo acontecer. E então temos mais uma sequência de coisas hilárias que o Dean é capaz de fazer. Quero aproveitar esse momento em que Dean não tira Allie da cabeça e quer uma segunda chance, para comentar algo que me questionaram em comentários das outras resenhas…

Os “dramas” dessa série, que envolvem alguma briga entre os casais ou algo do tipo, não tem qualquer relação com traição – de ambas as partes. Quando eles começam a se relacionar e criar um vínculo entre eles, eles se tornam fiéis e isso não muda. É discutido entre eles, até pelo fato dos meninos terem sido galinhas, mas não é isso que é o problemas que eles precisam lidar. Os problemas são coisas que nós mesmos podemos passar e coisas que vida coloca em prova. Ponto. A série é mesmo uma comédia romântica, então não temos o drama de traição envolvido.

Já eu, no geral, estou feliz pra cacete, porque estou apaixonado pela melhor mulher no mundo, e a melhor mulher no mundo está apaixonada por mim.

Pois bem, Allie decide dar uma chance a Dean e eles começam o envolvimento casual deles. É importante dizer, que assim como os outros, Dean e Allie torcem um pelo outro. Dão apoio, se cuidam, tem uma atividade que é especial entre os dois – nesse caso, é uma série francesa rs – ouvem o que o outro tem pra falar. Em um momento especial, Dean prova o quanto ele se importa com Allie e é nos braços dele que ela busca refúgio.

[…] “Ele é bom para mim. É ótimo em ouvir os outros. É uma companhia divertida. O sexo é mais que surpreendente.”

O drama desse livro, na minha opinião, é o mais pesado de todos – até agora. Eu não estava preparada para o dilema que os personagens iriam enfrentar. Não foi algo que atingiu apenas Dean e Allie, mas todo um grupo de amigos. Esse foi o primeiro livro da série que me fez chorar. Mas existem muitos momentos felizes para compensar o choro, principalmente quando os amigos se juntam um para zoar outro.

“Dã. De onde você acha um arco-íris? Sempre que você vê um arco-íris, significa que um anjo acabou de gozar.”
“Ah. Faz sentido. Tipo quando toca um sino, que significa que um anjo ganhou asas.”
[…] “Tô ouvindo, sabia?” 
[…] “Ah que bom, você tá acordado.”
[…] “Como é que eu vou dormir com vocês dois idiotas tagarelando no meu ouvido sobre anjo gozando?” 

Quero destacar dois familiares. Primeiro, o pai de Allie. Ele tem esclerose múltipla, dá muita preocupação para filha, mas o homem é atacado. O momento que ele conhece Dean, até eu fiquei assustada rs, mas assim como todos, ele também nos rende momentos hilários. A outra pessoa, é Summer, irmã do Dean. E essa aqui, se superou! Ela é tão louca quanto o irmão e quando se juntou com a Allie… me fizeram passar mal de rir. Estava Tucker e eu quase fazendo xixi nas calças com o que elas aprontaram com o pobre Dean.

“Ora senhor. Achei que já tínhamos concordado que discutir com a sua filha é inútil. Ela me pediu para passar a noite e ficar de olho em você, e é isso que tô fazendo.”

Ah Dean, além de estudar e treinar com seu time de hóquei, passa a ser assistente de um time de crianças e ok, se prepare para suspirar – mais ainda – por ele. Ele passa a amar as crianças, mas vai ser uma delas que vai virar o nosso xodó!

Squish. É  o barulho do meu coração explodindo. Porque está tão cheio de amor que não consegue mais se conter.

Dean faz com que Allie se sinta segura sobre coisas da sua vida, sobre o relacionamento deles, sobre sua carreira. E Allie faz com que Dean amadureça, perca o medo de relacionamento e aprenda a enfrentar as rasteiras que a vida é capaz de nos dar. Eu gostei muito do desenvolvimento dos dois e de como eles nos foram apresentados como casal.

Eu sei como é, a Vida de Dean é só sol e maravilhas…”, é a minha vez de ser sarcástica, “… mas a vida real não é assim. Na vida real, coisas ruim acontecem, e você precisa lidar com elas.”

Cada vez mais, fica difícil escolher um casal preferido nessa série e um livro preferido. Todos tem sido maravilhosos, marcantes e já estou doida pra reler. Bem, que venha o último agora… E ah, claro que o livro leva as cinco Angélicas.CLASSIFICAÇÃO 5 ANGÉLICAS

 

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2 comentários em “Resenha ‘O Jogo – Elle Kennedy’

  1. A vida de Dean é maravilhosa até que tem um choque de realidade! O que me impressiona é que ele realmente não se importa com o que os outros pensam, pois ele passa essa imagem de que não liga com nada mas ele é tão dedicado.
    Devo dizer que esse livro não me fez chorar, mas o de Tucker sim.
    Allie é uma das melhores mocinhas que conheci e depois deste livro tomei um ódio do Sean como um dos poucos personagens que já odiei.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Simmmm. E eu acho que ele precisava muito do choque de realidade. E ele é muito dedicado mesmo, só ver o modo como ele passa a cuidar da Allie, que é sensacional. Amo real e vou protegê-la. Garrei um ódio do Sran quando ele fez aquela cena.
    E o do Tucker também me fez chorar haha. Mas ainda to com sentimentos mistos pelo dele rs. To escrevendo a resenha agora rs

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