Resenha ‘The Play – Elle Kennedy’

Oi ooooi gente! Hoje eu trouxe a resenha de um livro que faz parte de, não só uma série, mas um universo que eu amo. Elle Kennedy deu início a esse amor com os quatro livros de Amores Improváveis e, agora, chegamos no terceiro do spin off, Briar U. Depois de A Busca de Summer e Fitz, Os Dilemas de Breena e Jake, chegamos a Os Desencontros de Demi e Hunter. Vale falar, de cara, que o quarto e último livro sobre os jogadores de hóquei da Briar já foi lançado lá fora e a Editora Paralela confirmou ele por aqui, ainda sem data. Antes de falar sobre o que achei dessa leitura, vamos a sinopse…

O que eu aprendi depois de as distrações do ano passado terem custado ao meu time de hockey toda a temporada? Não ficar com mais ninguém. Como o novo capitão do time, eu precisei de uma nova filosofia: hockey e faculdade agora, mulheres depois. O que significa que eu, Hunter Davenport, estou oficialmente iniciando o celibato… não importa o quanto isso torne as coisas mais difíceis.
Mesmo assim, não há nada no livro de regras que me impeça de ser amigo das mulheres. E eu não vou mentir: minha nova amiga Demi Davis é uma garota legal. É inteligente e gostosa pra caramba, mas o fato de ela ter um namorado elimina a tentação de tocá-la. Exceto que, três meses depois de nos conhecermos, Demi está solteira e buscando carne fresca. E eu sou sua presa.
Evitá-la é impossível. Nós fomos colocados para trabalhar em dupla durante o ano todo num projeto da faculdade, mas estou confiante de que posso resistir a ela. Ficar com ela é uma péssima ideia, eu só preciso convencer o meu corpo ― e o meu coração.

Hunter é um personagem que vem sendo apresentado desde o livro do Dean e que passou por maus bocados em The Risk, depois de sair com uma menina que não contou que tinha namorado e que ele era do time rival. Após se meter em uma briga, acabar lesionado e com a visão de que prejudicou o sucesso de seu time, o rapaz tem um objetivo para o novo ano. Assumindo o papel de capitão, ele quer ser dedicar totalmente e, para isso, decide entrar em um período de celibato. Sem mulheres, sem sexo… só o hóquei.

Ele participa de uma aula de Psicologia e é assim que seu caminho irá se cruzar com o de Demi. Ela é uma menina de fraternidade, super inteligente, que adora assistir coisas sobre assassinatos e está empolgada em estar nessa turma com seus melhores amigos. Mas, quando a professor cria duplas para um trabalho, ela será sorteada para estar com Hunter. E, enquanto os dois vão se dedicar a tarefa – ela como a psicóloga e ele como o paciente – uma amizade vai nascer entre os dois.

Certo, como se eu pudesse esquecer. Outros caras talvez adorariam dividir uma casa com três garotas, mas não é o que considero um arranjo ideal para a vida. Gosto de Brenna, de Summer e de Rupi individualmente, mas, quando as três se juntam, o mundo vira um lugar… barulhento. Isso sem contar que elas vivem se unindo contra mim.

O jogador tem facilidade para ter amizade com meninas, afinal, ele mora com três delas: Summer, Brenna e Rupi – que é a namorada de Hollis -, mesmo que elas o deixem louco. E, com Demi, além de seu propósito, existe o fato dela ter um namorado. Isso não quer dizer que ele não vai passar por momentos de apuros, afinal, ela é atraente e ele é um cara em celibato há alguns meses. Mas, ainda sim, tudo vai ser tratado com leveza e brincadeira entre eles.

O problema é que pouco depois, Demi acaba ficando solteira, após anos e anos namorando a mesma pessoa e que foi seu primeiro em tudo. Ou seja, ela ta bastante animada com o que pode acontecer, inclusive com a possibilidade de transar para esquecer o seu ex babaca. E, adivinhem quem será o seu foco? Isso mesmo, nosso Capitão Hunter. E não será nada fácil resistir ao encanto dessa bela e determinada jovem. Mas, será que ele cederá fácil ou pensará em seus objetivos e metas como capitão? Isso, só lendo para saber.

Os homem realmente precisam parar de querer decidir quando as mulheres estão falando sério ou não. Uma lição que aprendi na vida é que uma mulher não gosta quando você coloca palavras na boca dela.

Eu não contei muita coisa sobre a trama, obviamente. Os dois vão passar por diversas coisas, entre desabafos sobre família, relacionamentos, inseguranças e muito mais. Porque, antes da ideia de serem um casal, eles se tornam muito amigos mesmo. E, na minha humilde opinião, isso é o que torna o livro, não só incrível, como faz com que ele se assemelhe muito com o melhor livro no universo de Briar, que é O Acordo. Isso não quer dizer que vamos ver a história se repetir. Garrett e Hannah tiveram seus pontos, Hunter e Demi terão os deles. Mas, em pé de igualdade, ambos carregam o títulos de melhores em suas séries.

Falando sobre os personagens, Hunter é uma imensa surpresa. Como já disse, nós o conhecemos no livro do Dean e ficamos sabendo que ele é um atleta muito bom, mas que não queria se envolver mais com o hóquei, só que insistiram muito. Ele carrega consigo a culpa pelo o que aconteceu com o time no ano anterior e é bem legal de ver o quanto se importa em melhorar, ainda mais assumindo o papel de capitão. Ele não quer só ser bom, ele quer ser um exemplo. Hunter é mega engraçado, responsável, inteligente e tem um pano de fundo familiar muito interessante. Não posso esquecer de dizer que é mega paciente, porque morar com Summer, Brenna e, principalmente, Rupi, deve existir um caminhão haha. Além disso, quando se trata de Demi, ele ainda entra com o seu lado protetor e amigo.

“Ah, com certeza. Venderia meu primogênito para fazer uma análise psicológica de um assassino.”
“Me preocupa eu não saber se você está brincando ou não.”

Demi é uma personagem nova, apresentada totalmente nesse livro e que me conquistou de cara. Com uma personalidade forte, ela é incrível, apaixonada por psicologia e que tem o estranho hábito de amar programas sobre assassinatos. Passou anos em um relacionamento, talvez por comodidade e, quando consegue se libertar, quer aproveitar melhor as coisas. E, as tentativas para conseguir uma nova paquera vão render várias risadas, principalmente quando focar em Hunter. Seu ponto fraco é em relação a sua carreira e como falar o que quer parar os pais, especialmente o pai, porque seu futuro já parece ter sido planejado, mesmo não sendo algo que ela não deseje.

Não posso deixar de falar dos secundários, até porque, são os outros meninos do time. Eles são hilários! De verdade, eu passei mal de rir com eles e com o mascote de time que arrumam. A turma é muito unida, tem cumplicidade, se zoam e se respeitam. O destaque vai para Connor que, inclusive, será o protagonista do quarto e último livro, The Dare. Sobre os personagens anteriores de Briar U, temos apenas um pouquinho de cada um deles. Fitz e Jake aparecem bem pouquinho, mas deixam aquele doce gostinho. Temos uma participação um tanto maior de Hollis e, como sempre, ele rende com suas maluquices. Vale falar que, se eu estava chateada por ele não ter seu próprio livro, não estou mais, porque ele tem uma finalização digna dele mesmo!

“Nossa, ele é bonito até com raiva”, murmura Demi. “Gente, como vocês podem ignorar isso?”
“Moramos quatro anos com ele”, diz Garrett, secamente. “Sabemos muito bem a atração que ele causa.”

Mas, todo o meu destaque e amor vai para a grande participação feita por Garrett, Logan e Dean – mas não nego ter sentido uma enorme saudade de Tucker, especialmente em um dos momentos -, que aparecem nos contando um pouco do que estão fazendo e para dar conselhos e zoar com Hunter. Das meninas, apenas Hannah participa ativamente, Grace e Allie são citadas. Fato é que deixa nosso coração bem quentinho ver como estão suas vidas pós faculdade e como eles estão trilhando no que escolheram. Acredito que essa tenha sido a despedida da participação deles, afinal, Connor não tinha nenhum ligação com essa turma.

A escrita de Elle continua maravilhosa. Ela nos entrega uma trama deliciosa, recheada de momentos engraçados, leves e problemas corriqueiros na vida de universitários. Não esperem mocinhas bobas e mocinhos boy lixo. A autora nos presenteia com mocinhas firmes e decididas, bem como mocinhos maravilhosos, que nos fazem pirar para escolher um preferido. Repetindo o que disse mais acima, Kennedy trás um livro tão maravilhoso quanto aquele que deu início ao universo Briar e isso que me deixou completamente rendida a trama. Combine isso a dois personagens protagonistas para ninguém botar defeito e temos uma leitura maravilhosa. Leve, recheada de risadas, com o nascimento de um amor, além de apoio e admiração. Kennedy só me dá trabalho no fato de que preciso começar a me desapegar da série e, não irei mentir, só a ideia me deixa triste.

Ele abre um sorriso para mim, e me inclino e beijo uma de suas covinhas adoráveis. “É engraçado”, continua ele. “Na maioria das vezes, você analisa, racionaliza e tenta encontrar soluções. Mas tem horas em que você é completamente pirada.”
“Não sou, não!”

Quanto a diagramação, preciso reafirmar que eu gosto das capas que a Paralela tem apresentado ao público. Nessa, inclusive, eles se preocuparam que a modelo tivesse argola – assim como a capa original – e isso tem um ponto na trama. Uma coisa boba, mas que me incomodou, foi a escolha de cor, que talvez tenha a intenção de combinar com o vestido da modelo. Mas, quando colocada ao lado de The Risk, fica muito semelhante. Os capítulos são numerados e com o nome de quem o narra. As páginas são amareladas, com espaçamento e letras confortáveis para a leitura.

Acredito que já tenha deixado claro o quanto me apaixonei por The Play. Hunter e Demi foram maravilhosos, seja individualmente, seja como um casal. Entre risadas e suspiros, esse casal me marcou e entrou para o hall de preferidos. Deixo minhas cinco Angélicas, enquanto preparo o meu coração para a despedida final da turma de Briar.

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