Resenha ‘Férias nos Hamptons – Sarah Morgan’

Oi ooooi gente! Hoje eu vim trazer a resenha de Férias nos Hamptons, da Sarah Morgan. Esse é o quinto livro da série Para Nova York, Com Amor, a qual eu sou apaixonaaaada! Se eu pudesse, panfletava sobre eles o tempo todo! São chick lit super gostosos, ambientados em partes importantes de Nova York, que trazem protagonistas apaixonantes e amores de fazer suspirar. Inicialmente, o foco era as três amigas fundadoras da Gênio Urbano, agora temos as meninas do Guardiões do Latido. Chegou a hora de descobrir mais sobre Fliss e seu ex amor – ou seria atual? -, Seth. Antes de falar mais, vamos a sinopse…

Felicity “Fliss” Knight tem uma empresa de sucesso em Nova York com sua irmã gêmea Harriet e ama tudo sobre a cidade… até que seu ex-marido começa a trabalhar na esquina de sua casa. Faz dez anos que Fliss não vê Seth Carlyle, mas um vislumbre dele ― ainda bonito demais, ainda bom demais para ela ― é o suficiente para fazer seu coração doer. Então, quando sua avó precisa de ajuda nos Hamptons, Fliss se agarra à oportunidade de escapar do passado. O relacionamento deles pode ter sido breve, mas Seth conhece Fliss ― se ela está fugindo para a casa da avó, é porque ainda sente algo. Ele a deixou escapar uma vez, mas isso não vai acontecer de novo. E não existe lugar melhor para obter respostas. Agora, Fliss e Seth estão nos Hamptons, que por muito tempo foi sinônimo de liberdade e alegria. Mas será o suficiente para que os dois confrontem sentimentos antigos, palavras não ditas e a oportunidade de um futuro… juntos? O novo livro da famosa série de Sarah Morgan traz uma mudança de cenário, mas continua tão apaixonante quanto suas outras histórias: Amor em Manhattan, Pôr do sol no Central Park, Milagre na 5ª Avenida e Simplesmente Nova York.

O livro começa com um prólogo, onde vamos ver a Fliss Knight no dia de seu aniversário de 18 anos. Não é novidade, para quem leu Simplesmente Nova York, que ela e seus irmãos, Harriet e Daniel, não tiveram o melhor pai do mundo e vamos acompanhar um pouco do pesado clima que esse homem deixava entre os filhos, mesmo quando era verão e tempo deles fugirem um pouco dessa realidade. E, será nesse verão, nesse momento em que ela está deixando o muro de suas emoções cair, que Seth Carlyle irá se aproximar dela e a história de amor deles irá começar. Mas, já sabemos que eles não ficaram felizes para sempre.

Dez anos se passaram e o caminho dos dois, que estava até então, bem separado, está prestes a colidir a qualquer momento. E Fliss anda muito nervosa desde que Daniel contou quem ele reencontrou na clínica veterinária que eles levam seus animais. Então, ela segue ensaiando o que irá falar com o homem que ela finge que não ama, depois de longos anos e da separação cheia de cicatrizes que eles tiveram. Ao mesmo tempo, ela deseja que a sua irmã gêmea assuma seu lugar e lide com isso, mas Harriet não vai aceitar. Mas, a desculpa que Fliss desejava surge quando sua vó liga contando que sofre um acidente doméstico e precisa que a neta, ainda que seja a outra, afinal, ela achava que estava falando com Harry, fique com ela em Hamptons.

– […] Você é a gêmea boa. Eu sou a gêmea má.
– Odeio quando você fala assim de você. Eu adoraria ter as suas qualidades.

Então, ela vai fugir de Manhattan para o lugar que passava as férias de verão, para ficar perto de sua vó e e longe do ex marido. Ou não. Porque, antes mesmo de chegar em casa, uma doce cachorrinha entrará na frente do seu carro e Fliss vai descobrir que Seth, na verdade, mora nos Hamptons e estava em Nova York para ajudar um amigo. No auge de seu desespero, ela não consegue falar a verdade e acabar logo com a estranheza do reencontro, ela simplesmente diz que é a Harriet. E vai tentar sustentar essa mentira até onde der. Mas, é claro que não vai durar tanto quanto ela gostaria. Primeiro, porque ela só pensa que engana Seth, que logo descobre a farsa, mas prefere deixar ver até onde as coisas vão. Além disso, seu amigo Chase e a esposa dele, Matilda, estão na cidade. Matilda está grávida e tem um grande cachorro que já passeia pelo Guardiões do Latido, especificamente, com Harriet. E Seth vai ver como mais uma oportunidade de pegar Fliss na mentira.

Apesar de Fliss contar a verdade a Matilda, que se torna sua amiga e vai mantendo seu segredo, tudo vai desmoronar de vez, quando a amiga estiver dando a luz. Ajudando diretamente no parto da bebê Rose e no momento em que Mafalda estava sozinha, Fliss além de emocionada, conta com toda a gratidão e carinho da outra mulher, que decide lhe fazer uma homenagem e colocar o seu nome, Felicity, como o segundo nome da pequena. E diz isso na frente de Seth, que chega para socorrer as duas. E, dessa forma, ela se vê obrigada a revelar tudo e conversar com o ex. E, logo vai perceber que ele deseja reviver o passado.

Fliss partia para ação e depois refletia. Era uma das coisas que mais amara nela. E o motivo para o que tinha acontecido entre eles.

Fliss e Seth vão ter muito para conversar, especialmente sobre o verão que eles viveram juntos, o fato de terem se casado em Las Vegas, terem se separado tão rápido e outras cicatrizes que ficaram no caminho. Afinal, fica claro que eles ainda se amam, já que ambos não tiveram outros relacionamento duradouros ou que se aproximassem do que eles tiveram. E, enquanto ele vai dando passos parar tentar quebrar o muro de gelo que Fliss construiu, ela precisa aprender a lidar e expressar seus sentimentos. Quem sabe assim, anos depois, eles reencontrem o caminho de volta um para o outro.

Depois de tentar falar só um pouco da história, preciso enaltecer os personagens dela. Fliss é alguém que me intrigou muito no livro anterior, que foi protagonizado pelo seu irmão. Ao contrário de sua gêmea, ela não é uma pessoa que acredita em amor, então, foi um baque descobrir que ela tinha sido casada. Isso me contorceu de curiosidade ainda mais. No livro, podemos entender muito mais a profundidade de seu senso de proteção com a irmã e o porque dela ter assumido uma armadura super resistente aos problemas. Ela se coloca à frente de Harriet, sem hesitar. E isso é lindo demais, uma das coisas que eu mais amo nela. Além disso, consegui compreender muito o seu lado inseguro, que foi construído a vida toda por um pai horrendo e que fez um estrago nela. Ela se fechou em um casulo impenetrável e foi isso que atrapalhou o seu relacionamento amoroso com alguém que não queria desistir dela.

Caramba, Seth. Como se eu não tivesse problemas o bastante no presente, você vai e decide trazer o passado à tona.
– Não consigo pensar em melhor momento para tocar no assunto do que quando seu passado está dando cabeçadas no presente.

Seth também foi introduzido no livro anterior, mas de uma forma que eu esperava que fosse odiá-lo. Mas, de cara, é fácil ser conquistada por ele. É um cara super do bem, apaixonado pelos animais que cuida e que está passando por um momento de tristeza, já que perdeu seu pai há poucos meses e está lidando com as coisas para poupar a mãe e as irmãs. Também tem muito paciência com o tempo de Fliss, seja em Nova York, quando ele percebia ela ao redor da clínica veterinária, ou quando a reencontra nos Hampton e ele decide deixar ela levar a mentira até onde der. Ele entende o porque dela ser tão fechada, apesar de querer, e até mesmo precisar, que ela baixe a guarda e compartilhe os sentimentos, porque ele ainda a ama e quer reparar os erros do passado, para poder construir um futuro.

Como secundários, temos vários personagens maravilhosos, começando por Harriet. Ela é a irmã boa, segundo Fliss. Um doce de pessoa, mas que vai crescer para proteger a irmã também. Eu estou super curiosa para a história dela. Quem também nos ganha é a avó das meninas, Martha. Ela tem conselhos muito incríveis e vai revelar um segredo, que pode fazer com que Fliss mude a visão sobre muita coisa de seu passado. Além disso, ela tem um grupo de amigas, as Princesas do Pôquer, que vão render risadas, com seu jeito despachado. E, claro, Matilda e Chase. Eles vem sendo uma presença nos livros, desde o início. E são maravilhosos! E aqui, tivemos ainda mais chance de ter eles por perto. O casal também tem um conto para chamar de seu na série, que entra como 0.5, de quando eles se conheceram. Só posso torcer pra que a editora nos traga ele também.

– […] O amor pode ser assustador. Colocamos nosso coração nas mãos de outra pessoa. Isso demanda confiança. A outra opção, porém, é atravessar a vida sem amor, o que não é lá grande coisa.

Assim como nos livros anteriores, nós teremos doguinhos muito fofos e que vão nos deixar apaixonadas! Rendem ótimos momentos na trama e deixam a gente sempre querendo um. Quanto aos já conhecidos Daniel e Moly, infelizmente, eles não aparecem no livro, apenas temos informações sobre o casal em uma conversa entre Harriet e Fliss. O que é uma pena. Mesmo que a maior parte do livro tenha sido nos Hamptons, quando ainda estava em Nova York, eles poderiam aparecer. Ainda mais que quem contou que Seth estava de volta, foi Daniel.

Eu estou aqui para panfletar essa série e Sarah Morgan. Impressionante como desde o primeiro livro, fui capturada pela escrita da autora e só vejo um livro ser melhor que o outro. Minhas expectativas estão sempre altas e são sempre superadas. Seguindo com a narrativa em terceira pessoa, ela trouxe um pouco mais de drama para essa história, com todo o passado da família de Fliss e do relacionamento dela com Seth, mas sem deixar toda a leveza de lado. A dose de amor está presente, seja no lado romântico, de amizade ou de família. O ritmo continua delicioso, que cria uma trama maravilhosa. Se o que deseja é um livro leve, pronto para oferecer um quentinho para o coração, toda essa série deve ser lida! Leiam, sério. Sarah tem o dom de sempre trazer personagens reais, que mexem com nossas emoções, a cada camada deles que vamos descobrindo, com as evoluções que eles passam e o êxito de seus desejos e felicidades. Sempre que posso, preciso repetir também, o quanto espero e torço para que a Harlequin não demore a nos presentear com outros livros da autora. Que ela tenha vindo para ficar!

– As duas únicas pessoas que importam são as envolvidas neste relacionamento. Somos nós. Posso ser paciente. Posso esperar até você acreditar que serei cuidadoso com os seus sentimentos. Mas nunca deixe outra pessoa influenciar o que você sente sobre nós. Ninguém mais importa.

A diagramação dessa série sempre é um charme à parte. Seguindo o padrão da série, temos uma ilustração do casal em uma parte de Nova York, com toques mais de verão, afinal, a trama se passa nos Hamptons e com toque de verde. Reunir os livros sempre deixa a estante linda! Os capítulos são numerados. As folhas são amareladas, com espaçamento e letras confortáveis para a leitura.

Eu não escondo que sou completamente apaixonada pela Sarah Morgan e seus livros. Não tem como não exaltar essa mulher maravilhosa e seus livros perfeitos. Férias nos Hamptons não decepciona como um chick lit delicioso, com os ares de comédia romântica que conquista nossos corações. Impossível dar qualquer nota que não seja as cinco Angélicas. E, agora, me resta esperar e me preparar para o último livro da série.

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