Resenha ‘To Hate Adam Connor – Ella Maise’

Oi ooooi gente! Hoje eu vim trazer a resenha de um livro que eu estava com muita ansiedade para ler. Estou falando de To Hate Adam Connor, da Ella Maise. Depois de ter adorado a escrita da autora em To Love Jason Thorn, a construção dos personagens e também o gancho que a autora já deixou para esse. Então, antes de falar mais sobre as fofocas da vida desse ator de Hollywood, vamos a sinopse…

Você pode se perguntar: quem é Adam Connor? Ele é o ator premiado da Academia e recentemente divorciado que acabou de se mudar para a casa vizinha com o filho. Também é um homem extraordinário e o desgraçado mais espertinho e enfurecedor com quem já me deparei. Vamos ser sinceras aqui, você não iria xeretar por cima do muro para vê-lo, com esperança de que estivesse nu? Não se derreteria depois de observá-lo se exercitando enquanto seu filho de cinco anos o aplaudia? Preciso mencionar aquele abdome, a protuberância enorme em sua calça ou aquele braço erótico? Ah, espere, você nunca o espiaria? Seeeiii… Enquanto eu estava pensando em não invadir e só considerando lhe oferecer um ombro — ou talvez um peito ou dois — no qual chorar (sabe, por causa do divórcio), ele me colocou na cadeia depois de um pequeno incidente. Cadeia, galera! Era para ele me garantir infinitos orgasmos como agradecimento, não uma cela na prisão. Após esse dia, eu estava planejando mentalmente formas de estrangulá-lo em vez de pular em seu colo e fazer amor gostoso. E daí que meu corpo fazia mais do que estremecer quando ele sussurrava coisas safadinhas no meu ouvido? Não posso ser responsável por isso. E quando foi a última vez que ele tinha beijado alguém, de qualquer forma? Quem iria gostar de um beijo que poderia causar infarto? Mesmo que ele e seu filho fossem as melhores coisas desde a invenção do pão de forma — e não estou dizendo que ele era —, eu não podia me apaixonar por ele. Não importava quais promessas ele sussurrasse em minha pele, minha maldição não nos deixaria em paz. Eu não era uma donzela em perigo — podia salvar a mim mesma, muito obrigada —, porém, lá no fundo, ainda torcia para Adam Connor ser o herói da minha história.

Nós conhecemos Lucy Meyer em To Love Jason Thorn, como a melhor amiga da doce Olive. Ela super deu apoio para que o casal anterior ficasse junto e estava lá pela outra menina o quanto poderia. Até então, tinha um rolo com Jamerson, que ela não queria admitir que era amor e até mesmo um relacionamento. Agora, vamos descobrir que ela chegou a ir morar com ele, a dizer ‘eu te amo’, mas tudo acabou. Afinal, ele foi morar em outro país e nem sequer a chamou para ir junto.

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Então, quando o relacionamento termina e ela também precisa sair do apartamento que eles dividiam, acaba indo morar com Jason e Olive, que está preocupada com a amiga e o seu sofrimento. Entre as brincadeiras de querer ser adotada pelo casal, procurar um novo local para morar e um emprego, Lucy acaba ficando com os Thorn e se tornando agente da amiga, que também é escritora. E as duas, vão ficar em polvorosa quando descobrirem que o novo vizinho é Adam Connor, o papai recém solteiro e lindo.

Não me julgue. O que você faria se por acaso se tornasse vizinho de um de seus atores preferidos? É lógico que você espiaria o cara… ou, pelo menos, tentaria. Não tente negar. 

As duas acabam por espiar ele pelo muro da casa, até Olive precisar viajar e dizer para Lucy não continuar fazendo isso. Mas, ela não consegue resistir. Fica admirando o ator sozinho, o ator interagindo com Aiden, seu pequeno filho e ainda tira foto dos dois. Tudo vai dar errado no dia que a criança acabar sofrendo um acidente na piscina e, sem ninguém a vista para socorrê-lo, será ela que fará isso. E a confusão e o ódio por Adam começa aí. Ele surta com a invasora e sequer escuta a história que ela tem para contar e chama a polícia. Então, é a vez dela surtar também, em ter que ficar em custódia até os amigos a resgatarem.

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Quando Aiden conta o que de fato aconteceu a Adam e Jason reforça a história, a estrela percebe que tem que pedir desculpas, além de ser algo que seu filho quer muito, porque acabou gostando da sua salvadora. Não só isso, como quando for falar com Lucy, o pequeno acaba gostando de todos na casa e começa uma amizade com eles. E, quando seu pai precisar sair e não ter com quem deixá-lo, nossa mocinha irá acabar tomando conta da criança e entrando mais ainda na vida dos Connor.

– Vai se foder, ta? – Ele ficou mais sério e eu voltei a inclinar o corpo para trás. – Você é gostoso e tal, vou admitir, mas não gosto de você o suficiente para te perseguir. Mas se você fosse o Henry Cavill… as coisas seriam outras.

Aos poucos, Adam vai enxergando outros lados daquela mulher que, inicialmente, julgou de forma errada, inclusive os muros que ela armou para proteger a si mesma. E ela vai lutando entre seguir odiando o cara que a mandou para cadeia, ou deixar a atração falar mais alto. Tudo isso enquanto vai se apegando ainda mais ao querido Aiden, lidando com os problemas em família e com o que mais surgir em seu caminho. A pergunta que fica é qual o caminho eles irão trilhar entre si. Será que o ódio será maior que o amor que pode nascer entre os dois?

Referente a história, preciso dizer que mal falei sobre os acontecimentos. Lucy e Adam vão passar por muuuita coisa e tem muita água para rolar de baixo dessa ponte. Principalmente, quando também temos uma ex esposa na vida dele e toda a mídia querendo saber o porquê de um casal perfeito ter se separado. Apesar de termos mais uma comédia romântica deliciosamente clichê, é muito gostoso ir lendo as coisas que vão acontecendo. Então, tentei falar o menos possível, para vocês poderem curtir cada fato.

– Aiden me pergunta sobre você em todas as ligações. Acho que ele vai ficar feliz em te ver aqui e assim não vou ter que responder a todas as perguntas que ele faria se não te visse imediatamente.
– Ele me ama.
– Estranho, não é?
– Você é estranho. Eu amo o carinha também. Ele é muito mais legal do que o pai dele vai conseguir ser um dia.

Nesse livro, Lucy assumiu o protagonismo e, que maravilha, porque é uma personagem muito fácil de gostar, principalmente porque isso já acontecia desde o livro anterior. Ela tem seus problemas, suas inseguranças, o fato de que acredita fazer parte de uma família amaldiçoada. Mas também é muito engraçada, com tiradas super espirituosas e não aceita abaixar a cabeça para as pessoas não. Ela tem muita lealdade a Olive e Jason, não só uma simples amizade. Referente a Aiden, é muito fofo ver o quanto ela passa a gostar do ‘ser humaninho’ desde o primeiro contato oficial entre eles. E ali se cria um grande laço. E bem, já com Adam Connor…

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… Com ele, o jogo de gato e rato vai rolar. Adam Connor é um ator famoso e recém divorciado, pai de criança fabulosa. Isso é atrativo por si só. Mas, ele é completamente apaixonado e dedicado ao filho e fica um pouco cego para tentar protegê-lo. É por causa disse que seus impasses com a vizinha vão começar. Só que eles logo serão colocados de lado, porque a atração vai começar a falar mais alto. Fora isso, ele é uma pessoa que precisa lidar com a nova fase da sua vida, não só na parte de relacionamentos amorosos, mas a sua carreira e até mesmo a forma com quem lida com o resto da família. Ele tem um jeito desconfiado, mas é devido a tudo que viu. E, vai ser com Lucy que ele irá mudar a forma de ver as coisas.

Estendi a mão para tocar a marca mais próxima do seu lábio, e ela deu um tapa na minha mão. Eu ri. Não foi um tapa forte. Com a gente, àquela altura, aquilo praticamente fazia parte das preliminares. 

Se tem uma coisa que vai unir esses dois, será Aiden. Não só por ele ser quem incentiva Adam a ir se desculpar com Lucy, mas porque ele vai acabar amigos dos moradores da casa ao lado e passar muitos momentos com eles, afinal, será nossa mocinha que tomará conta dele por um tempo, para que o pai possa ir terminar de gravar seu filme. Temos aqui uma criança absurdamente fofa e inteligente, que nos dá vontade de entrar nas páginas e apertar muito.

Não posso deixar de falar também sobre como foi maravilhoso rever Olive e Jason, nosso casal fofo! Eles seguem super apaixonados e dando todo apoio do mundo para a ‘filha adotada’ deles. E, se já sabemos que os elos de amizade entre as duas são enormes, também vamos ver que Jason ama, se preocupa e quer proteger Lucy. Os três vão render ótimos momentos.

– Me chame de maluco, minha pequena perseguidora, mas acho que gosto de você.
– E eu acho que não gosto de você. 

Eu conheci a escrita da Ella no livro de Jason Thorn e já havia gostado muito. Mas, não tenho como não admitir que no de Adam Connor, ela atingiu um nível superior. Aquele toque final que senti falta, veio com tudo aqui e me deixou completamente apaixonada e de coração aquecido. Entre partes emocionantes e outras super divertidas, Maise vai nos levando numa história super leve, gostosa, envolvente e fluida. Apesar de acreditar que nada é unanimidade nessa vida, acho que esse seria um livro que pode ganhar o coração de todo mundo. Aquele clichê maravilhoso, que amamos amar. Sem dúvidas, Ella Maise entrou na lista de autoras que nem preciso pensar muito em colocar o livro na minha wish list. Não posso deixar de dizer também que, nesse livro, ela faz algo que eu adoro, que é a quebra da quarta parede. Adoro a Lucy falando com a gente.

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Na parte da diagramação, não tem como não elogiar o trabalho da Editora Charme, como sempre. Elas trouxeram a capa original, o que quase sempre agrada aos fãs, além de manter o título original mesmo. Por dentro, folhas amareladas, com letras e espaçamentos confortáveis para a leitura. Os capítulos são numerado, além de trazerem o nome do narrador e, para as divisões dentro deles, tem uma pequena claquete.

To Hate Adam Connor me deixou exalando amor. Não tem como odiar Adam afinal de contas haha. Não tenho como não dar as cinco Angélicas ao livro que juntou muito amor, amizade, criança e casais maravilhosos. O único lado ruim é que acaba. E me deixou com saudades.

CLASSIFICAÇÃO 5 ANGÉLICAS

 

 

 

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