Resenha ‘Grego Arrogante – Aline Sant’Ana’

Oi ooooi gente! Hoje eu vim trazer uma resenha rápida, de uma leitura rápida também! Se trata de mais um conto da série Sem Fronteiras Para o Amor, da Aline Sant’Ana. Esse é o quinto conto e, com isso, vou ficando mais próxima de estar atualizada com a série, que já está no oitavo. Nós já nos apaixonamos por um americano, um australiano, um japonês, um brasileiro e, agora, vamos conhecer um – Deus – grego! Então, vamos a sinopse…

Alexia Leandros é o carma da minha vida. Fomos melhores amigos por muitos anos, até a adolescência chegar e ferrar com tudo. Basicamente, ficamos atraídos um pelo outro e, ao invés de resolvermos do jeito que pessoas normais fazem, nós decidimos o extremo oposto: vamos nos odiar.
Pra caramba.
E agora, anos depois, estou de volta à vida de Alexia por livre e espontânea pressão dos nossos pais. Acha que não piora? Ah, piora sim. Eu vou ter que conviver com Alexia! E competir com aquela mulher linda, gostosa, perfeita e…
O que eu estava dizendo mesmo?
Viu? Isso vai ser um desastre.
Bem, sou Adonis Konstantinos. E se está a fim de ver um deus grego muito modesto resistir ao amor… essa história é pra você.

Nossa história começa nos apresentando Adonis e Alexia no auge do seu pé de guerra, na adolescência. Mesmo que as famílias sejam tão amigas e tão unidas, os dois não seguem a mesma linha, ainda que tenham sido melhores amigos durante a infância e dividindo as coisas. Agora que estão maiores, eles não perdem a chance de implicarem e se provocarem.

Então, um dia, quando escuta que Alexia terá um encontro, ainda mais com um garoto com uma fama de babão, Adonis acaba aproveitando a oportunidade de ir debochar dela, mas, dessa vez, com sentimentos mais abalados do que nunca, um beijo roubado acaba acontecendo e mexendo com os dois, ainda que eles não admitam.

Nós, gregos, temos essa coisa: nos damos bem uns com os outros. E, cara, francamente, a minha vida em Atenas era foda. Eu tinha uma família enorme e apaixonada, uma namorada por semana, pessoas que me rodeavam e me faziam feliz… Exceto por uma coisa, lembrei. Um detalhe, claro, que eu evitava até pensar.
[…] Alexia era o detalhe que eu evitava pensar.

As famílias Leandros e Konstantinos são famosos por suas redes de hotelaria e os filhos sabem e se preparam para serem os herdeiros. Durante seis anos, Adonis passou pelo exército, depois foi estudar na Suíça e aprender melhor a trabalhar com hotéis. Alexia também se formou em uma área para auxiliar os negócios de sua família. E, durante esses anos, o contato entre eles se perdeu totalmente. Enquanto a jovem não queria saber de nada sobre seu desafeto, o rapaz ainda olhava algumas coisas nas redes sociais.

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Com a volta de Adonis a sua terra natal, os pais deles decidem ter uma conversa séria, afinal, os chefes da família estão um pouco desgostosos com algumas atitudes de seus filhos e querem que eles assumam suas responsabilidade. Para isso, eles vão ser colocados em uma espécie de teste. Ambos precisam ir atrás de Alexandros, dono de um hotel que está falido e tentar comprar o imóvel. Um dos dois irá ter um resort em seu nome, mas precisam ir até lá juntos.

É… eu e Alexia éramos delicados. Não como uma rosa. Éramos mais como uma arma nuclear prestes a ser detonada.

Dessa forma, os dois, que tanto se odeiam, partem juntos nessa missão e vão ter até que dividir o mesmo quarto. Só que, enquanto eles tentam descobrir uma maneira de conquistar a confiança do dono e um modo de terem suas propostas aceitas, Alexia e Adonis vão descobrir que a inimizade da adolescência está no passado, dando lugar a uma alta atração entre eles. Basta saber se eles vão se render aos sentimentos ou manter a tradição de tempos de guerra.

Agora, parando de falar da trama, vamos aos personagens. Adonis é um Deus grego. Sim, estou fazendo o uso de todos os trocadilhos possíveis. Como a própria Alexia diz, ele faz valer o nome que tem. Além de lindo, é super carismático, cativante e abusa de ser sexy. Também é engraçado e terrível. Ver suas implicâncias rendem risadas. Mas a vontade de se provar responsável está ali e ele quer conquistar o direito de comprar o resort. Fora que, vê-lo começar a se render ao que sente, é tudo de apaixonante.

Aconteceu. E isso era uma droga porque ele era a fórmula de homem dos sonhos que deu errado.

Eu amei a Alexia. Ela é durona e não se rende fácil as provocações que aparecem em seu caminho. Pelo contrário, ela bate de frente e devolve na mesma moeda. O que também rende diversas risadas. Seu jeito é decidido, imponente e mais direta. Linda e cativante, é interessante perceber que ela não mede esforços para provocar e atormentar Adonis, mesmo depois que deixa seus muros começarem a cair. Ah, não posso deixar de citar que os pais dos dois e Alexandros são ótimos também. Adoraria ver mais um pouquinho desses três, não ia me incomodar.

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Chegando na parte repetitiva da resenha, Aline trás mais uma história incrível e deliciosa. Ainda mais, vindo com o clichê maravilhoso de inimigos que querem matar um ao outro e, depois de precisar ficarem juntos, vão se apaixonando. Não sei vocês, mas eu amo esse tipo de história e fazia um bom tempo que eu não mergulhava em uma. E, como sempre, ela trás uma trama que nos deixa envolvido, rindo com as coisas que os protagonistas aprontam, torcendo para que eles enxerguem o mesmo que a gente. Se eu já tinha amado os outros, esse parece que amei mais. Não sei se foi por ter vindo de uma leitura muito pesada, mas Grego Arrogante me trouxe leveza, diversão e paixão. É aquela leitura rápida, que nos deixa com um sorriso no rosto e uma vontade de ter mais e mais daqueles personagens. Em resumo, esses contos tem sido leituras certeiras. Preciso dizer que Aline ainda trouxe algo que eu amo, a quebra da quarta parede, com Adonis falando com o leitor, e eu fico doida quando isso acontece haha.

Eu sei, Alexandros estava certo. E vocês também. Sei que sabiam que eu ficaria de quatro por essa mulher, devem ter passado esse tempo todo rolando os olhos a cada negação minha, mas obrigado por terem paciência, eu era um homem livre e solteiro que não fazia ideia dos benefícios de estar apaixonado.

Para quem não conhece a série, vou contar que ela foi criada como um jeito super fofo e lindo que a Aline pensou para agradar suas leitoras. A série nasceu no grupo de leitores dela, onde 12 leitoras ~sortudas~ foram sorteadas e, com isso, puderam escolher o país para onde iríamos viajar, os atores que inspirariam os personagens, os nomes que eles teriam e uma música para isso. Não sei vocês, mas eu adoro essa ideia. Acredito que é o sonho de muitos leitores poder escolher elementos que sempre desejamos e eles serem moldados e escritos por uma escritora que amamos.

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Sobre a diagramação, eu adoro que a Editora Charme tem um cuidado e um carinho todo especial, mesmo sendo só um e-book! Com uma capa que ressalta o país onde se passa a trama e ainda valoriza o boy. Essa imagem também é usada para iniciar os capítulos, sinalizando quem está fazendo a narrativa.

Grego Arrogante vem, mais uma vez, para reforçar o meu amor por essa série de contos. Sem nenhuma fronteira para o amor, mesmo. Um nome bem certeiro! Se não ficou claro até agora, se joguem sem medo nessas histórias e estejam prontas para se render. Deixo minhas cinco Angélicas e já vou separar meu passaporte, porque vou embarcar para a Irlanda.

CLASSIFICAÇÃO 5 ANGÉLICAS

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