Resenha ‘Internacional Guy Vol. 1 – Audrey Carlan’

Oi ooooi gente! Hoje eu trouxa a resenha da nova série da minha amada Audrey Carlan. Estamos falando de Internacional Guy. A série é composta por 12 livros, 12 cidades. Mas, a Verus Editora colocou três histórias por livro. Então, vamos falar sobre o primeiro volume e as primeiras aventuras dos três sócios da agência Internacional Guy! Vamos a sinopse…

International Guy é a agência de Parker Ellis, um dos maiores especialistas do mundo em vida e amor, que tem como missão ajudar as mulheres em questões tão diversas quanto se sentir sexy e poderosas, aprender a administrar um império empresarial ou conquistar o homem dos seus sonhos. Parker e seus dois sócios atendem mulheres ricas do mundo todo, como atrizes de Hollywood, membros da realeza e CEOs de multinacionais bilionárias. E, às vezes, eles não podem evitar que as coisas esquentem e vão parar na cama de suas clientes. Literalmente. Parker adora sua vida de playboy e não está procurando compromisso. Afinal, há um mundo inteiro à sua frente: os negócios o levam de Paris a Milão, de Berlim ao Rio de Janeiro. Mas, conforme ele pula de cidade em cidade ― e de cama em cama ―, é possível que acabe encontrando mais que sexo ao longo do caminho… Neste primeiro volume, a International Guy vai a Paris para ajudar uma jovem herdeira a assumir o controle da própria vida. A próxima parada é Nova York, onde a atriz mais badalada do momento precisa reencontrar a paixão pela profissão. A viagem termina em Copenhague, com uma princesa que está jogando sujo para escapar do destino.

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Nossa primeira parada com o trio masculino que compõe a empresa é Paris. A Internacional Guy é contratada por completo, para assessorar Sophie Rolland. Ela é uma herdeira de um império de perfumes, que teve que assumir mais cedo do que esperava, após a morte do pai dela.

A herdeira vai precisar da ajuda dos três magos. Bo, o Mago do Amor; Royce, o Mago do Dinheiro e Parker, o Mago dos Sonhos. Eles vão agir em conjunto para ajudar a nova presidente do Grupo Rolland. Vão cuidar desde o visual, até a auto confiança dela, passando pelo seu próprio negócio, para ser gerido da melhor forma possível.

Enquanto vai melhorando seu jeito de se portar perante situações, adotando um visual mais de empresária e dando um upgrade no cabelo e maquiagem sob os cuidados de Bo, Sophie vai tendo sua auto estima melhorada por Parker e uma química cresce entre eles. Mas, o principal rosto da Internacional Guy sabe que isso pode acabar resultando em uma grande confusão. Então, ambos conversam e decidem ter um relacionamento durante o mês que os meninos ficarão em Paris. Já Royce lidará com a parte da empresa de Sophie e é aqui que as coisas ficam até mais interessantes.

– Sophie Rolland… você vale ouro, baby. E precisa ser tratada à altura. Nunca deixe um homem te tratar como menos do que uma joia rara. 

Mesmo que seja muito legal ver os encontros que Parker planeja para Sophie, é ainda mais legal e interessante ver o trabalho que Roy tem em ajudar na empresa. Ela descobre várias coisas, desde pessoas que mereciam mais destaque por seu trabalho, até problemas que estão sendo escondidos dela e que precisam ser resolvidos imediatamente.

Não vou me estender, porque o livro tem pouco mais de 100 páginas e é muito legal ver o que vai acontecendo, sem ter muito conhecimento. Eu vou focar em falar da contratante aqui, os meninos vou resumir e falar mais no final finaaaal, ok? Bom, eu adorei a Sophie. É notória a evolução que ela tem e o quanto a ideia da Internacional Guy a fez bem. Ela deixa o medo de assumir o legado de sua família e é imbatível até mesmo no pior momento que vai enfrentar na história. Ela é cativante, uma querida e que só aperfeiçoou tudo de bom que já tinha em si. O que é maravilhoso no livro também é ver o quanto os meninos gostam dela e acabam se tornam protetores em relação a ela.

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Na segunda história, nosso destino é Nova York e a contratante é, ninguém mais, ninguém menos do que, Skyler Paige. Ela é uma atriz super requisitada e o crush supremo e de anos do Parker. Então podem imaginar a felicidade e o nervosismo em relação a esse contato. Ele vai viajar sozinho dessa vez e é a agente de Skyler que vai contar o problema: ela não se sente mais motivada. Não quer gravar os filmes agendados, nem fazer as propagandas pelas quais foi contratada, mal quer sair da cama. Tracey já ta desesperada porque está vendo, não só sua cliente, mas sua melhor amiga desaparecendo.

Ele vai se dedicar a entender o que fez com que ela perdesse a vontade de fazer o que mais ama, além de se manter trancada em casa. Quando consegue descobrir os problemas na vida da jovem atriz, Parker vai se dedicar a mostrar para Skyler o quanto ela é uma pessoa incrível e o que pode ser feito desde ela conseguir sair de casa sem problemas, até quais os projetos de filmes que necessita lembrar que a faz feliz.

Ele também consegue perceber que até o fato de ser controlada por nutricionistas, personal trainer e estilistas, a deixa para baixo. Já que isso vai de encontro com quem é a verdadeira Skyler.

– Vou garantir que você possa ver o mundo e as pessoas ao seu redor como elas são. E com certeza vou te ajudar a mostrar ao mundo a sua verdade. 

Claro que trabalhar com o seu maior crush, iria abalar Parker. Mas a química entre eles é inegável. Ambos se gostam, se desejam e, por mais que Parker queria fazer tudo com mais calma, Skyler é bem decidida com o que quer e ela quer ficar com ele. E isso nos ajuda a conhecer melhor ainda Parker, junto de seu lado profissional. Quando é necessário, ele liga para Bo e pede uma ajuda para mostrar outro lado da nossa mocinha.

Skyler é alguém que conhecemos ainda no final da história de Paris. Ali vemos o quanto ela está mal e precisando de ajuda. Ir lendo os problemas, aflições, medos e inseguranças dela, fiquei até pensando se isso não é algo que os artistas reais também não passam. Uma coisa que temos em comum com ela é a paixão por livros. E o favorito dela é um até que já li, Toda Sua da Sylvia Day. Ela também é responsável pela grande teoria que eu tenho sobre a série e não vejo a hora de saber se estou certa.

Enquanto com Sophie foi um caso temporário, que evoluiu para uma grande amizade, o mesmo não parece ser com Skyler. Parker quer manter contato, mas não só como amizade, mas como o possível casal que eles possam vir a ser e não tem vergonha de mostrar isso para as pessoas. Basta saber se os dois irão saber conduzir esse fato.

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Nossa terceira parada é em Copenhague. Novamente, Parker irá viajar sozinho e, dessa vez, ele irá ficar responsável por entender melhor Christina Kaarsberg, princesa da Dinamarca e a escolhida como noiva pelo futuro Rei. A missão do nosso Mago dos Sonhos é entender qual o problema dela e dar um fim nele. Mas Christina não vai tornar essa missão muito fácil não.

Princesa Christina tem sido a sensação da imprensa com as dezenas de escândalos todos os dias, enquanto sua irmã Elizabeth segue sendo a Princesa perfeita. O que Parker logo vai perceber é que tudo isso não passa de uma grande encenação, já que isso não era do feitio da moça, não combina com o que várias pessoas tem a falar dela e com as descobertas de caridades que são feitas. O que ele precisa mesmo descobrir é porque ela decidiu assumir a postura de rebelde e tem se negado a casar com Sven, que tanto a ama e era amado por ela.

– Eu gostaria de fazer mais pelas mulheres que trabalham fora. Ainda existem mulheres que fazem o mesmo trabalho que os homens e ganham menos.
Abro um grande sorriso, inclino a cabeça para trás e gargalho. Bo me acompanha.
– Que foi? – ela pergunta, sorrindo levemente.
– Você está se ouvindo falar? Tudo o que você disse comprova quanto vai impressionar o povo da Dinamarca. Muito bem! 

Nessa história, Parker também irá pedir ajuda de Bo em certo momento, já que ele é bom fotógrafo e vai ser de grande ajuda em um plano bolado. Christina vai se abrindo com Parker, ao mesmo tempo que ele vai juntando mais peças do quebra cabeça ao conversar com o futuro rei, a irmã e mãe da Princesa. Mas, uma coisa ele tem certeza, vai tentar até o fim fazer com que Christina se veja como ele a vê.

Particularmente, desse livro, Copenhague foi a minha história preferida. Christina é cativante e alegre, além de merecedora de toda e qualquer felicidade pelo o que vem fazendo. A história ainda tem um carga dramática com as história da família real e do que eles passaram. Não vou mentir, tiveram momentos que até lágrimas eu derramei. É inegável dizer que fiquei esperando um amor e um casamento real.

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Preciso dizer que amei a ideia da Audrey de fazer esse livro. Já li A Garota do Caledário – cuja a premissa é até parecida, como uma história para cada mês do ano – e a Série Trinity, e ainda que eu tenha gostado das duas, essa aqui é outra coisa. A história é mais gostosa, cativante e até mais fluída. Além disso temos um livro com uma pegada sensual, mas que não entra no hall de problemas com os personagens masculinos. Pelo contrário. Temos homens incríveis, querendo mostrar para as mulheres o quanto elas são maravilhosas, inteligentes e que elas não precisam de muita coisa além de enxergarem suas próprias qualidades e trabalhar com elas. Temos um livro que, ainda que os protagonistas sejam um trio de amigos, eles fazem com que as mulheres sejam aquelas que encontrem o brilho, um modo de superar seus medos e serem felizes.

Somos apresentadas aos três sócios e amigos, sabendo quais qualidades mais se destacam em cada um deles. O destaque é Parker, com seu jeito encantador, sedutor, charmoso e sexy, que não mede esforços de trazer a auto estima de suas clientes a tona. Bo aparece em todas as histórias até agora, nos fazendo conhecer um pouco do mais safado entre os três. Royce só tem destaque na primeira história, mas já sacamos que seu tino está para negócios, ainda que tenhamos aquela curiosidade em saber mais. Os três amigos decidem montar a Internacional Guy depois da faculdade e agora vem ganhando mais destaque, após cuidarem de Sophie.

Ah, preciso dizer que temos uma narrativa em primeira pessoa, feita pelo Parker. Mas, ao final de cada país, temos uma participação especial. Além disso, preciso dizer que adoro o modo como o Parker encontrou para se despedir de cada uma das meninas, deixando suas marca e seu carinho por elas.

Na Internacional Guy, atendemos às necessidades das clientes. Nenhum pedido é exigente demais ou estranho demais. Contando que não seja ilegal, estamos dentro. 

Como disse lá na introdução, a Verus decidiu condensar as 12 histórias. Ao contrário de A Garota do Calendário, onde tivemos um livro para cada mês; com Internacional Guy vamos ter quatro livros, contendo três países cada um. Ainda estou em um misto de sentimento em relação a esse fato, então vou opinar melhor no próximo livro haha. A capa é linda, achei super chamativo colocar um rosa pink. Por dentro, a diagramação é de modo simples, mas eficaz. Temos letras grandes e um bom espaçamento, com folhas amareladas. Durante a resenha, fui mostrando como é feita a divisão dos países.

Se eu já amava a escrita da Audrey, agora acredito que amo o dobro. Eu li e gostei de suas outras séries, mas essa é outro nível, outro patamar e com um novo objetivo. Temos mocinhos incríveis e mocinhas sendo incentivadas a se amarem e amarem suas qualidades. Deixo minhas cinco Angélicas para esse primeiro volume e uma grande ansiedade pelo segundo.

CLASSIFICAÇÃO 5 ANGÉLICAS

 

9 comentários em “Resenha ‘Internacional Guy Vol. 1 – Audrey Carlan’

  1. Adorei sua resenha!! Penso da mesma maneira esse livro é uma coisa deliciosa de acompanhar, a trajetória de ambas as mulheres se transformam com a chegada da IG. O que dizer do Parker? Que já virou meu boy favorito da Adurey (desculpas Wes), mas essa história fala bastante de auto conhecimento, valorização das nossas qualidades, elevação de auto estima. Enfim, parabéns adoreeei sua resenha! Acredito que esteja como eu ansiosa pelo próximo livro.

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  2. Olá, tudo bem?

    Eu gostei muita da sua resenha e também das fotos. Nós recebemos esse livro do Grupo Editorial Record e a nossa resenha está em andamento. Gostei das suas impressões, fico contente que gostou da leitura e achei interessante que condenssaram as histórias em um único volume.
    Abraço!

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  3. Preciso confessar que tenho certa resistência numa história onde homens são contratados para ~~ajudar e resolver~~ os problemas das jovens moças perdidas. Apesar de, como você diz, serem bons personagens que incentivam as contratantes a brilhar. Me conforta mais em saber que a mesma autora tem outros temas como o citado Garota do Calendário. É mais um receio mesmo, eu acho que ando com resistência a certos temas.

    Porém, a sua resenha é bem interessante. Desperta uma curiosidade boa e, o melhor, não dá spoiler e nem conduz nossa impressão sobre o livro. Vale a olhada sim, fiquei interessado.
    Dando uma chance, te conto o que achei!

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  4. Olha que legal, três histórias em um só livro, acho que a leitura se torna bem dinâmica com essa proposta. A minha preferência também recai sobre Copenhague, adoro histórias que envolvem princesas, acho que elas ganham um brilho especial!

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  5. Ai Raí, adorei a premissa dessa história e confesso que, ao ler sua resenha, também fiquei torcendo por um romance e casamento real rs
    Eu tô meio apaixonada por esses 3 caras. Eles parecem ser homens incríveis, aqueles mocinhos que nos faz suspirar, né? Só o fato de eles incentivarem as mulheres a se amar e amar o que fazem, já me fez querer conhecer os três.
    Confesso que tentei ler a série A Garota do Calendário de tanto que via tu falando dele, mas não consegui terminar.
    Pretendo arriscar novamente com International Guy.

    P.S.: amei suas fotos. Ficaram incríveeeeeeeis!!!!

    Bjo.
    https://almde50tons.wordpress.com/

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  6. Por ter três histórias em um mesmo livro, parece bem um livro de contos. A premissa das histórias parece interessante, mas não é o tipo de leitura que eu aprecio. Fico feliz que tenha gostado do livro e que a autora tenha atendido às suas expectativas. =)

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  7. Hey. Acho que é mais confortável e economico quando juntam as histórias para ficar uma quantidade menor de livros, as vezes comprar um monte de livros é totalmente fora do orçamento das pessoas. E ainda é legal porque fica como se fossem contos, então a história muda e você não sente como se fosse aquela coisa monotona, ne? Eu ainda não li o livro mas suponho que se sinta assim.
    Não é o tipo de história que eu gosto, mas é criativo a autora colocar homens para ajudar mulheres nesses aspectos de organização pessoal e financeira, isso, geralmente, fica como papel das mulheres na história.

    Espero que continua gostando das histórias 🙂

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