Resenha: ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – J. K. Rowling’

Oi ooooi gente! Hoje é o último dia do mês e aniversário de J.K. Rowling e Harry Potter. O que casou perfeitamente com o feito de resenhar cada livro dessa série amada. Já tivemos todos outros livros de Harry Potter – nesse link, você pode acessar todas as outras resenhas -, e hoje encerraremos a série canônica. E eu não poderia estar mais feliz com essa releitura. Preciso avisar que de Relíquias da Morte estará GRANDE, afinal, são dois filmes para falar e muitos cortes e mudanças a comentar. Sem mais delongas, vamos a sinopse…

Harry Potter está prestes a fazer 17 anos, mas, ao contrário das outras vezes, não irá para Hogwarts após seu aniversário. Agora, escoltado por uma verdadeira brigada de bruxos, ele precisa fugir, antes que Voldemort o encontre. Esse ingresso brusco na vida adulta marca o início da aventura do jovem bruxo no último livro da série, Harry Potter e as Relíquias da Morte.
Em Harry Potter e as Relíquias da Morte, o encontro inevitável com Lord Voldemort não pode mais ser adiado. Harry, no entanto, precisa ganhar tempo para encontrar as Horcruxes que ainda estão faltando. E pelo caminho, descobrir o que são afinal as Relíquias da Morte e como ele pode usá-las contra o Lorde das Trevas. Seguindo as poucas pistas deixadas por Dumbledore, Harry conta apenas com a ajuda dos leais amigos Rony e Hermione.
Juntos, eles percorrem lugares nunca visitados, descobrem histórias nebulosas sobre pessoas queridas e acabam por desvendar mistérios que os incomodavam há muito tempo. Enquanto Harry, Rony e Hermione vagam por diferentes lugares em busca de pistas, J. K. Rowling vai revelando aspectos até então desconhecidos sobre os principais personagens.
Em sua última e derradeira aventura, Harry não é exposto apenas a batalhas. Ele precisa superar traições, surpresas e, mais do que nunca, aprender a lidar com os próprios sentimentos. Como em todos os livros da série, o amor e a amizade são elementos-chave para a trama. Em Harry Potter e as Relíquias da Morte, J. K. Rowling leva o leitor por uma trilha de suspense, com sustos ininterruptos até a última página, quando entrega, por completo, toda a verdade e conclui os passos de herói de Harry Potter na maior saga bruxa de todos os tempos.

LIVRO

No encerramento da maior saga bruxa de todos os tempos, nossos personagens tão queridos e amados (ou odiados), estão prontos para a batalha final. Harry sabe que os perigos estão cada vez maiores, ainda mais após a morte de Dumbledore. Então, decide avisar aos Dursley sobre os perigos de continuarem na Rua dos Alfeneiros. Então, ele irão embora protegidos por dois membros da Ordem, enquanto Harry será resgatado com um plano ainda maior: o dos Sete Potter. Mas, planos nem sempre dão certo e eles logo vão entender que nem tudo dará certo e eles serão atacados logo na partida.

Ainda que com muitos problemas, quase todos os membros da Ordem conseguem chegar A Toca e se preparem para o casamento de Gui e Fleur. E durante os preparativos, Harry, Rony e Hermione irão receber a visita do Ministro da Magia. Surpresos com a presença do homem que não gostam, eles ficam ainda mais chocados quando descobre que estão no testamento de Alvo e que cada um, ganhou um especial presente do falecido diretor.

– Escutem!
– Não Harry, escute você – retorquiu Hermione. – Vamos com você. Isto já ficou decidido há meses; aliás, há anos.
– Mas…
– Cala essa boca – Rony o aconselhou. 

E, vai ser durante o casamento, com a queda no Ministério da Magia, que a fuga do trio e a busca pelas horcruxes começará de verdade. E, logo vão descobrir que esse caminho não será nada fácil. Mas cheio de provações de amizade, lealdade, medos e até mesmo amor. Assim que se afastam do casamento, eles já irão dar de cara com Comensais da Morte prontos para pegá-los.

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Indo se abrigar em um lugar seguro, os três vão descobrir melhor sobre R.A.B e o porque ele ter roubado uma das horcruxes para destruir e onde a verdadeira foi parar. Começando assim, o primeiros dos planos arriscados para acabar com as partes da alma de Voldemort. E também, começando a sentir o primeiro péssimos efeito que esse objeto de magia negra pode causar, provocando a maior prova de amizade entre esses três, desde o começo da história.

– A Varinha das Varinhas – disse ele desenhando uma linha vertical no pergaminho. – A Pedra da Ressurreição. – E acrescentou um círculo no alto da linha. – A Capa da Invisibilidade – terminou, circunscrevendo a linha e o círculo em um triângulo, completando o símbolo que tanto intrigara Hermion. – Juntas – disse ele -, as Relíquias da Morte. 

Eles ainda enfrentaram os fantasmas do passado de Dumbledore e as possíveis decepções com as descobertas, mas que são peças do quebra cabeça para as respostas que Harry, Hermione e Rony precisam. E com algumas pistas, chegarão ao símbolo das Relíquias da Morte e irão atrás da história da Capa da Invisibilidade, da Varinha das Varinhas e da Pedra da Ressurreição.

Quando chegar a hora de Hogwarts ser palco de uma batalha, ainda mais segredos serão revelados, Harry entenderá ainda mais qual é o seu destino e todos irão unir força para derrotar os bruxos das trevas de uma vez por todas.

Sinceramente, eu falei pouco do livro – deixei para falar muito nos filmes haha -, mas é que a trama do livro é muito bem amarrada e interligada. É uma série de spoilers do que ta acontecendo por ali. Mas, quero comentar de uma forma geral. Primeira da história, que só não é a melhor, porque amo demais Enigma do Príncipe. Mas chegamos ao ponto chave e final de toda construção que Jô veio fazendo desde Pedra Filosofal. Todo o amadurecimento, todas as provas de amizade e amor, toda dica que ela deixou pelos textos. Ela nos prende a cada página, a cada plano, a cada problema ou solução que entra no caminho dos três protagonistas.

– Depois de todos esse tempo?
– Sempre – respondeu Snape. 

Harry vem ainda mais maduro e conformado com o caminho que precisa trilhar. Ele sabe que é arriscado perseguir as horcruxes, enquanto se prepara para um embate com seu grande algoz. Ele tem momentos bem emotivos, envolvendo o passado de seus pais, de um certo personagem *segura o spoiler*, até mesmo com Alvo e Aberforth Dumbleodore. Além de seus melhores amigos.

Hermione é a ponta necessária nesse trio. Ela tem sacadas geniais, desde um feitiço de extensão para a fuga deles, até feitiços de proteção e o quanto ela consegue pensar em detalhes que os salvam. Ela tem um jeito todo especial dos outros meninos, ainda que um seja como irmã e o outro com um interesse mais amoroso. Rony é o que trás algo de diferente, dessa vez. Um tanto quanto afetado pela horcrux, o ruivo irá falar coisas cruéis aos seus amigos, mas o arrependimento irá bater, quando ele se der conta do que fez. Mas, ainda acho isso uma prova do quanto ele é leal a Harry e Hermione. Como os três são leais uns aos outros. Eles enfrentam tudo juntos e estão prontos para enfrentarem perigos uns pelos outros. Sem dúvida, essa amizade é o que eu mais amo em toda a história.

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Ainda temos outros personagens incríveis, com histórias incríveis. Gosto muito do que Aberforth vem para contar, até porque, meio que trás uma ligação do Mundo Bruxo, remetendo a história que está sendo contada em Animais Fantásticos. Temos uma revelação sobre um professor aí, que trás uma das palavras mais marcantes de toda a série. Não que eu concorde muito ou tenha levado tão de boa, como muitas pessoas, mas é de fato, um trecho tocante.

– Não há mais horcruxes. Só você e eu. Nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver, e um de nós está prestes a partir para sempre…

Ao longo desse último livro, poderemos ver pedaços de histórias sendo contadas, que irão nos emocionar, que irão mudar nossos conceitos e pensamentos. Temos a finalização não só da adolescência de Harry e seus amigos, mas é como se a nossa também estivesse junto. Mas, se você não leu esse livro durante a infância/adolescência, ainda dá tempo. Corra e acompanhe tudo isso!

Sobre a diagramação do livro, mantenho o que venho dizendo… Eu estou lendo os livros que são do Box com a lombada de Hogwarts. Ele é bem bonito, a capa é soft touch, com uma ilustração linda da capa, o título é mais brilhante e em relevo. Por dentro, que eu já achei um problema. O livro não tem orelha, o que acaba fazendo com que ele fique um pouco mole, com mais facilidade para dar aqueles amassadinhos, sabe? Minha impressão é que é um livro frágil. As folhas são amareladas, mas um pouco finas demais, e dependendo da luz, a gente enxerga do outro lado. Mas, cada abertura de capítulo tem uma ilustração condizente e fica muito fofo!

FILME

Relíquias da Morte, parte 1

Bom, preciso começar dizendo que a famosa frase do Ministro Bruxo não existe nos livros, o que é uma pena. O livro em si, começa com a reunião dos Comensais da Morte, onde orquestram a tomada do Ministério da Magia e onde Snape entrega a transferência de Harry Potter. No filme, essa cena vem um pouquinho mais tarde, mas bem fiel a sua descrição.

Já com nossos protagonistas, Hermione não apaga a mente dos pais, mas sim os confunde e os manda para a Austrália, com novos nomes. E Harry tem um despedida de seus tios, que estão sob a proteção de dois bruxos da Ordem. Nessa cena, temos uma conversa entre Harry e Duda, onde o primo malvado se mostra grato e preocupado com o primo rejeitado, como nunca antes. Inclusive, essa cena foi gravada, mas excluída do corte final.

Já na parte dos Sete Potter, temos a apresentação de Gui e Mundungo nos filmes *coisa que venho reclamando há séculos por aqui haha*. Na parte da transferência temos uns detalhes diferentes. O plano é ainda maior, eles levantam voo juntos, mas seguiriam caminhos diferentes, indo para a casa de várias pessoas da Ordem, confundindo assim os perseguidores e, quando chegassem lá, pegariam uma chave de Portal para ir até A Toca. Hagrid não é desacordado, mas sim derrubado da moto e uma certa morte *segura o spoiler* é bem mais digna no filme, preciso admitir isso. O local da sua chave de portal, é na casa dos pais da Tonks, que são completamente ignorados no filme.

Outra coisa que muda nos filmes, é que o aniversário de Harry é sim comemorado, na véspera do casamento. Nesse dia, Gina decide dar um beijo de presente a seu ex namorado, o que rende uma dura conversa entre Harry e Rony, sobre o fato da menina estar sofrendo com a separação. Além disso, durante o casamento, Harry não está circulando livremente, mas transformado com o uso da poção polissuco. Temos também, a presença de Krum *outra coisa gravada e cortada*, que acaba sendo o primeiro a citar a “marca de Grindelward”. Ah, sobre a entrega do que foi deixado para o trio em testamento, bem, não é tão pacífica como mostra o filme não.

Quando começam a fugir, eles não vão diretamente para o Largo Grimmauld, mas, quando chegam lá, descobrem algumas coisas. Desde quem é R.A.B, até uma carta escrita dos Potter a Sirius. Além disso, temos toda uma história sobre Monstro, que irá mudar o nosso modo de ver o elfo doméstico. Nos filmes, esses pequenos seres não recebem a devida importância, mas será ele a revelar coisas fundamentais para o trio, sobre o medalhão e cativará os três, tratando eles bem. Ah, e não temos a participação de Dobby aqui. Além disso, os meninos não ficam meses sem ver ninguém, já que Lupin irá visitá-los, com o pedido de poder viajar junto deles. Mas, Harry irá dizer umas verdades ao professor e amigo, ao descobrir que ele está se afastando da esposa grávida.

Sobre a invasão ao Ministério, no livro, o plano é muito bem amarrado. Eles passam semanas vigiando os funcionários, para saberem tudo o que podem ajudá-los a entrar e sair, sem problemas. E, na saída, ainda ajudam vários nascidos trouxas a fugirem, já que estes estão sem perseguidos com a nova política.

Resumindo as andanças deles, o trio passa por muito lugares. Durante a primeira parte da caminhada, acaba existindo muitos conflitos entre eles, e NÃO existe ainda a tal estação de rádio que o Rony tanto escuta. Ele só volta com a essa novidade depois que reencontra os amigos, após a briga que eles tem. Ainda sim, não é tão simples encontrar o que querem escutar.

Além disso, não são os sequestradores que esbarram nos três amigos logo que eles começam a escapar, não existe a tal cena de sentirem o perfume de Hermione. Quem eles encontram e escutam, são Grampo, Gornope, Ted Tonks, Drik Cresswell e Dino Thomas *que não está pleno em Hogwarts, como o filme aponta, mas fugindo, já que é um nascido trouxa*. Os caminhos deles voltam a se encontram quando o trio é encontrado por Comensais, após Harry dizer o nome de Voldemort, sendo levados para a Mansão Malfoy, um tempo depois de sair da casa dos Lovegood. E, os Comensais sabem piamente que estão levando os amigos de Harry Potter e ele próprio.

Na parte de Godric’s Hollow tem uma pequenas diferenças. Harry e Hermione visitam a aldeia após tomarem a poção polissuco. E temos um vislumbre de como aconteceu todo o caminho até a morte dos Potter. Cena que acaba comigo, confesso. Ah, não sei se já mencionei isso, mas os Potter tinham 21 anos quando foram assassinados, mas no filme, o casal não parece ter menos que 30. Além disso, Harry e Hermione leem o livro sobre Dumbledore, para achar algumas respostas que tanto querem, não apenas olham as fotos.

Por fim, quero comentar sobre a visita a casa dos Lovegood. Ela segue até fiel, mas com leves mudanças, na parte que eles escapam, com um plano incrível de Hermione, que salva os três e Xinofílio. Como já disse, eles não são capturados logo em seguida e muito menos por sequestradores. Mas, a principal questão, é que Harry acredita piamente na história das Relíquias da Morte e que possuí duas delas: a Capa da Invisibilidade e a Pedra da Ressurreição. Assim como acredita descender do último irmão Peverell. Sobre a Varinha das Varinhas, no filme, Grindelward revela a Voldemort onde ela está. Já nos livros, ele não revela e ainda diz que ele nunca a terá.

A primeira parte  termina um pouco depois da metade do livro, com a fuga de todos os prisioneiros da Mansão Malfoy, junto de uma das mortes mais sentidas pelos fãs da série. E com Voldemort conseguindo um de seus maiores desejos.

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Relíquias da Morte, parte 2

A parte 2 é mais curta, mas ainda tem mudanças significativas. A primeira delas começa com o período de tempo que eles ficam na casa de Gui e Fleur, escondidos. Na verdade, não é tão explicado que o casal está escondido, assim como o resto da família. Afinal, eles declararam apoio aberto à Harry Potter. O pessoal recebe a visita de Lupin nesse período, que conta que seu filho nasceu e convida Harry para ser padrinho. Coisa que sequer é mencionada nos filmes. O trio leva alguns dias para formar totalmente o plano de invadir o cofre da Belatriz em Gringotes. Que por sinal, tem pequenas diferenças também. Inclusive na fuga, com o dragão.

O que também faz falta é o tempo na casa de Aberforth. Não ficam mais de um noite, mas Abe conta muita coisa sobre o passado de sua família para o nosso querido trio. Assim como a conversa que Harry tem com Alvo, em certo ponto, é bem mais longa do que o filme mostra. Temos muito mais troca de informações e de sentimentos entre aluno e diretor. Além das lembranças de Snape, que no livro também é bem maior e com muito mais informações que o filme mostra, que corta e até adultera algumas lembranças.

Mas, o mais drástico das mudanças, envolve toda a Batalha de Hogwarts. Primeiro temos mudança em alunos que estavam ou não no Castelo. Gina, por exemplo, chega na escola, ela não estava lá. Assim como Luna, Dino e Cho. Todos eles voltaram, assim como Lino, Jorge e Fred, através das moedas da Armada Dumbledore. Os outros que vão chegando, passam pela passagem apresentada por Abe. No filme, nos dá a entender que todos os alunos permaneceram por ali, mesmo com toda a Batalha rolando. Mas, a realidade, é que todos os menores de idade foram retirado, permanecendo apenas os maiores de idade, que queriam participar.

Outra mudança é que não é Luna que leva Harry para conversar com a fantasma da Corvinal. Ele chega até Helena através do Nick Quase Sem Cabeça e ela conta muita coisa para o bruxo. Sobre como ela pegou o diadema, como fugiu de sua mãe, como foi morta e até como ele acabou nas mãos de Tom Riddle. Além disso, temos Harry na sala comunal da Corvinal e tem embate com um dos irmãos Carrow para defender Mcgonagall. Por sinal, o confronto entre ela e Snape também é um pouco diferente. Ele não discursa e foge na frente da escola toda.

Algumas mortes da batalha são vistas ou melhores explicadas no livro, do que no filme. Acho que até mesmo sentidas. Mas, o grande duelo entre Harry e Voldemort é o mais decepcionante. Aquilo que o filme nos apresenta é uma coisa tão ridícula, que apenas lendo, as pessoas tem a real noção do que é a derreta de Lord Voldemort. Harry não o derrota apenas fisica, mas mentalmente também. Seria toda uma grande cena para ser vista e que deixaria o filme ainda mais emocionante.

O epílogo também tem diferenças, já que o filme foca mais em Harry e Alvo, enquanto o livro foca em nos falar um pouquinho de todo mundo. Vou ficar por aqui, porque isso ta ENORME. Deixei passar algumas diferenças, mas é para não acabar contando tudo.

Finalizei toda a série principal e é com tristeza que me despeço dos filmes e livros que tanto marcaram minha infância e adolescência, deixando as cinco Angélicas.

CLASSIFICAÇÃO 5 ANGÉLICAS

 

 

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14 comentários em “Resenha: ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – J. K. Rowling’

  1. Que lindeza observar as suas impressões tão consistentes sobre essa maravilhosidade. Sou apaixonada pelas metáforas formuladas em HP. A obra é fechada com chave de ouro! Só me entristece porque sinto que faltou um pouco mais de reconhecimento no futuro para os protagonistas (por todos os seus feitos).

    http://www.semquases.com

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  2. Oi, Raíssa!
    Eu vou ter que comentar isso antes de começar, as imagens aqui não tão aparecendo – creio que sejam imagens, né? Porque tem jpg e números. Não sei se é meu computador – que tá meio lenta a net hoje mesmo -, ou se é aqui no teu blog!

    Em relação ao teu texto: confesso que eu acho linda a lombada de Hogwarts também, da edição que tu tem, mas acho ela bem nhé, a minha é a antigona, a folha é branca – o que pra muita gente incomoda -, mas não dá pra ver a parte de trás. A edição que acho mais bem elaborada é a que imita a britânica, ela é muito bonita e é de capa dura (eles lançaram recentemente, inclusive), mas tem muitos erros na edição da Rocco.

    Em relação aos filmes, vou concordar contigo, menina do céu, que nervoso aquela luta do Voldemort com o Harry, muito broxante, podiam tirar aquela saga de busca da Nagini e colocar a cena dele indo em confronto com o Vold na frente de geral, pena que não foi como deveria ser. Adorei teu texto. :*

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  3. Eu amo Harry Potter, foi uma parte tão importante na minha formação como leitora… São livros que eu sempre citarei como favoritos. Os filmes eu gosto, mas não tenho o mesmo apego emocional que tenho com os livros. Eu amo o final, amo o epílogo, o que não é uma opinião popular, mas é o que é. Achei que esse último livro consegue fechar a história muito bem.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

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  4. Esse livro, assim como todos os demais de Harry Potter são fantásticos!!! Se dependesse de mim eles seriam vitalícios, haveriam continuações todos os anos. E confesso que fiquei muito chateado com o final da saga, pareceu que me arrancaram algo pessoal. Essa capa eu ainda não conhecia, achei muito bonita, eu tenho a primeira edição dos livros.

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  5. Oi Raíssa, tudo bem?

    Estou tendo meu primeiro contato com a saga agora e vou para o quinto volume, então no início da resenha acabei pegando spoiler sobre a morte do Dumbledore (como assim????), sério, fiquei em choque. Os personagens estão realmente amadurecendo com o tempo e isto é o mais bacana, sem sombra de dúvida. Parece ser um livro cheio de acontecimentos e não vejo a hora de chegar nesse volume, minha expectativa é enorme agora.
    Também estou lendo nessa edição e acho ela muito fraca (material). Realmente tem a aparência de ser frágil (o que de fato é). Não sabia que existiam dois filmes para este livro. Adorei o post, maravilhoso!

    Beijos!

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