Crítica da Série: ‘Frontier – 2ª Temporada’

Oi gente!! Como eu avisei no domingo retrasado, eu tenho muita série que coloquei em dia em dezembro, então ao longo do mês vou indicando cada uma delas, ok? Separei Frontier para esta semana. Eu já falei da Primeira Temporada aqui no blog, então vocês podem ler a crítica (AQUI) dela antes de começarmos a viagem pela Segunda Temporada. Não vou dizer que é livre de spoilers, pois alguns fatos da temporada anterior são mencionados nessa. Antes de mais nada leiam a sinopse e assistam o trailer…

Sinopse: Frontier mistura ação e aventura mostrando o violento jogo de poder pelo controle das rotas de pele norte-americanas no final dos anos 1700. A produção se passa em uma realidade tensa e delicada, em que a mínima fagulha pode resultar nos mais sangrentos conflitos entre as tribos nativas e os europeus, e as negociações devem ser resolvidas frente a frente e muitas vezes à base de machadadas.

Nós retornamos exatamente de onde paramos na temporada anterior, Declan Harp (Jason Mamoa) tinha fugido das mãos de seu arque-inimigo Lord Benton (Alun Armstrong) e ido em direção ao Norte para se abrigar e recuperar. Na ausência de Harp na linha frente do comércio de peles, Michael (Landon Liboiron) e Sokanon (Jessica Matten), resolvem bolar um plano para roubar toda a companhia HBC.

Enquanto isso, temos Lord Benton, que foi gravemente ferido, sendo levado em custódia para Londres enquanto o capitão Chesterfield (Evan Jonigkeit) assume o poder do Forte. Agora que ele assumiu o poder como governador da região, pode manter o aviso de recompensa pela cabeça de Harp. Ele deseja que Grace (Zoe Boyle) se junte à ele. Só que a dona da taberna não pensa o mesmo e durante quase toda a temporada, eles viverão como gato e rato disputando quem manda mais.

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Grace negocia a liberdade de Harp, mas para isso Chesterfield exige que ela se case com ele. Ela aceita, mas antes ele precisa emitir as cartas que provarão que Harp não deve nada mais à Coroa. Só que enquanto Grace tenta salvar Harp vários caçadores de recompensa estão vindo para o Forte em busca de capturar Harp. O capitão até escreve as cartas, mas nunca teve a intenção de enviá-las e que Harp seja finalmente um homem livre. Antes dele se livrar das cartas, Grace salva uma delas.

O casamento dos dois não tem nada de amoroso e gentil, Grace não se dobra e Chesterfield se prova cada vez mais sem caráter e capaz de qualquer coisa para que a tenha onde ele quer, em sua cama. Grace é a dona da taberna e nunca admitiu que sua meninas se prostituíssem no local de trabalho, então para provar que ele pode mais do que ela, Chesterfield passa a taberna para outra pessoa e é claro que o novo dono não tem as mesmas preocupações de Grace, né?

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Enquanto isso em Montreal temos a grande disputa do mercado de peles entre o Samuel Grant (Shawn Doyle) e a viúva Elizabeth Carruthers (Katie McGrath). Só que Elizabeth não consegue negociar nada por ser uma mulher, sendo assim ela decide que tem que se casar de novo. Seu escolhido é Douglas Brown (Allan Hawco), o mais velho dos irmãos Brown, e também negociante de peles.

Grant e seu assistente psicopata Sr. Pond (Greg Bryk) tem a ajuda da ex-namorada de Michael para atrapalhar os negócios de Elizabeth. Quando finalmente Harp volta para o Forte, o plano para roubar a companhia HBC está à todo vapor, então ele viaja para Montreal para oferecer as peles à Elizabeth. É claro que Grant não gostará nada disso, então Sr. Pond entra em ação mais uma vez.

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Harp mais uma vez é capturado e um caçador de recompensas se oferece para levá-lo até o Forte para ser jugado pelos crimes à Coroa. Só que Grace aparece bem na hora e livra o pescoço dele da forca já que ainda tem uma das cartas de Chesterfield. Ela estava em Montreal em busca de provas de que o pai ainda estaria vivo e assim recuperar sua taberna das mãos de Chesterfield e acaba livrando Harp mais uma vez de ser enforcado.

Harp volta para o Forte para ver se Michael e Sokanon conseguiram colocar o plano de roubar as peles em prática. Eles já possuem tudo que precisam, então temos um episódio eletrizante de como eles vão conseguir roubar tudo que está no Forte e leva para onde marcaram de encontrar Elizabeth. Não será nada fácil, mas eles acreditam que podem dar o maior prejuízo que a companhia já teve e assim acabar com tudo que ela representa.

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Não falei muito de Lord Benton, pois apesar dele está num navio à caminho de Londres, o homem é ruim como um demônio e vai tentar persuadir homens que o ajudem a fugir e que possa retomar o poder que Chesterfield lhe tirou. Será que ele vai conseguir?

Assim como aconteceu na Primeira Temporada, essa também veio com apenas 6 episódios de cerca de 1h cada. Então para quem gosta de séries longas, essa aqui é tão rapidinha que você pode maratonar as duas temporadas em apenas um dia e já voltar para outra série.

A segunda temporada desenvolveu melhor todos os personagens que foram apresentados na temporada anterior e tivemos bons episódios que favoreciam à história e não só ao personagem principal. O destaque nessa temporada além do personagem de Mamoa, foi Elizabeth. Apesar de não haver muitas trocas de figurino, a atriz estava muito confortável no papel da viúva Carruthers e foi uma grande adição à trama.

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O programa é uma produção da Netflix com a Discovery Canadá, que exibe o programa no país de origem e no mundo através do serviço de stremming. Assim que a nova temporada foi ao ar, a Netflix renovou o contrato para Terceira Temporada que deve estrear ainda em 2018.

A série criada por Rob Blackie (Republic of Doyle) e Peter Blackie, ainda tem muito que contar, principalmente após aquele final de episódio, mas tem muita coisa para melhorar em seu roteiro. Eu espero que esses pequenos detalhes sejam corrigidos e que a próxima temporada venha com muito melhor do que foi essa.

 

 

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8 comentários em “Crítica da Série: ‘Frontier – 2ª Temporada’

  1. Eu não entendi muito coisa, por que não assisti à primeira temporada e tem muitos nomes. Mas parece ser uma série realmente interessante cheia de tramas, subtramas e reviravoltas psicodélicas.
    Sempre achei o Momoa um ator limitado, parece que ele está fazendo sempre o mesmo papel.
    Gostei da ideia da série, nem sabia que existia um comércio secreto de peles. Interessante.

    Resenha excelente.
    Um abraço.

    Willian Vulto
    https://lugarnenhum.net

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  2. Oi Adriana, tudo bem?

    Não conhecia esta série, mas ao ler essa crítica fiquei bem interessada. Me pareceu que a série tem alguns núcleos principais e que nesta temporada eles foram muito bem desenvolvidos. Eu adoro o trabalho do Mamoa, e ao saber que ele está na série, fiquei mais animada em assistir. Pela sua resenha, acho que gostei da Grace, que parece ser uma personagem forte e que não deixa ninguém lhe pisar (espero está certa rs).
    A fotografia está bem bonita, gosto desse fundo mais escuro, ele passa um ar de mistério. Adorei o post!

    Beijos!

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  3. Oi, tudo bem? Que indicação mais incrível. Amo assistir séries, mais ainda conhecer novas que trazem um conteúdo tão interessante. Séries de época me chamam atenção pelo enredo, pelos personagens, pelo figurino, e o mais legal saber que alguns fatos aconteceram de verdade. Nos últimos tempos assisti Outlander, enquanto via os episódios pesquisei como tinham sido aquelas guerras, onde ficavam os castelos, cada cidade, é muito legal saber o quanto podemos aprender vendo séries. Ainda não vi essa mas já coloquei na minha lista. Beijos, Érika =^.^=

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