Resenha ‘Minha Vida Mora ao Lado – Huntley Fitzpatrick’

 Olha resenha uma nova chegaaaando! Bom, meu livro escolhido da vez é Minha vida mora ao lado, da Huntley Fitzpatrick. O livro foi publicado, no Brasil, pela Ediora Valentina.

“Minha mãe nunca ficou sabendo de uma coisa, algo que ela reprovaria radicalmente: eu observava os Garrett. O tempo todo.”
Os Garrett são tudo que os Reed não são. Barulhentos, caóticos e afetuosos. São de verdade. E, todos os dias, de seu cantinho no telhado, Samantha sonha ser uma deles, ser da família. Até que, numa noite de verão, Jase Garrett vai até lá e…
Quanto mais os adolescentes se aproximam, mais real esse amor genuíno vai se tornando. Contudo, precisam aprender a lidar com as estranhezas e maravilhas do primeiro amor. A família de Jase acolhe Samantha, apesar dela ter que esconder o namorado da própria mãe.
Até que algo terrível acontece, o mundo de Samantha desmorona e ela é repentinamente forçada a tomar uma decisão quase impossível, porém definitiva. A qual família recorrer? Ou, quem sabe, Sam já é madura o bastante para assumir suas próprias escolhas? Será que está pronta para abraçar a vida e encarar desafios?
Quem você estaria disposto a sacrificar pela coisa certa a se fazer? O que você estaria disposto a sacrificar pela verdade?

Ai que livro fofo e que leitura gostosa. A história gira em torno de Samantha Reed e suas horas intermináveis observando a família Garrett. Além dos pais amorosos, ele são 8 filhos que são bem diferentes. Brigam, se amam, fazem bagunça… tudo o que Sam verdadeiramente quer. Mas sua mãe, deputada, repudia a família ao lado.

Pois bem, numa noite no início do verão, Jase Garret vai falar com Sam e daí nasce o amor mais fofinho. Adorei o fato do romance ser direto. Não tem dramas, interferência de uma terceira ponta ou ser dramático por causa de outro cara. O amor é puro e lindo. Como o primeiro amor costuma ser. Jase é um sonho de menino. Ele abria a boca e já senti vontade de derreter rs

– Por que eu precisaria de ajuda? Estou na minha casa, no telhado.
– Não sei. pensei, quando vi você, que podia ser a Rapunzel. A princesa na torre. Os cabelos louros compridos e… Bom…

Só que algo acontece e Sam precisa tomar decisões importantes. E é aí que mora o plot do livro. Enquanto no lado amoroso não existe drama, não podemos dizer o mesmo da vida pessoal de Sam. A mãe dela é, basicamente, uma desalmada e ainda surge um, suposto padrasto, que é super sem noção. A Sam ainda tem uma irmã, mas ela não aparece muiiito no livro.

Bom, apesar de ter amado a Sam e não ter sentido uma chatice nessa mocinha, teve horas que me obriguei a lembrar que ela tinha apenas 17 anos e não podia ser a pessoa mais madura do mundo. Mas foi bom ver como ela evoluí na personalidade do início ao fim do livro. E consegue que coisas boas aconteçam e que histórias se resolvam.

Ela começa a passar cada vez mais tempo que a família que a mãe odeia e se liga a todos, sofre com eles, fica feliz com eles. Passa a confiar naquela família como se fosse sua. Na verdade, a casa dos Garrett e Jase acabam virando um porto seguro para Sam

– […]Dá pra saber em quem você pode confiar. As pessoas conseguem sentir isso, que nem os animais. Nem sempre confiamos nos instintos tanto quanto eles, mas isso ainda está na gente. Aquela sensação estranha de que alguma coisa está errada. A calma que vem quanto tudo está certo.

Agora, preciso destacar meu amor pelo George Garrett, ele tem 4 anos de pura fofura. Só conseguia pensar em “quero um filho assim”. Ele é, basicamente, dono das partes engraçadas do livro, porque é ela é demais. Apesar que os irmãos em si, são todos doidos e engraçados.

George me abre um sorriso, o mesmo sorriso encantador e doce do irmão mais velho, mas, agora, com dentes verdes.
– Acho que vou casar com você – afirma ele. – Você quer uma família grande?

Outro destaque tudo de bom, é o Tim. Ele se torna amigo de Sam e Jase e você pode não dar nada por ele no ínicio, só que ele se torna importante e especial em alguns momentos.

Destaque ruim? Vou direcionar isso pra Nan, a “melhor amiga”. Acho que é mal de nome, mas achei ela bem blah (não vou colocar o que eu realmente queria aqui rs)

O final, fica um pouco em aberto, fazendo com que a gente queira, desesperadamente, mais de Sam e Jase. Mas, acredito que isso vá ser solucionado do livro sobre Tim.

Apesar de amar e achar muito fofo, dou quatro Angélicas, pelo final.

classificacao-4-angelicas

 

~~~~ Repostando resenha do dia 7 de junho de 2016 ~~~~

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